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 SAND, Python

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AutorMensagem
Python Sand

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Masculino Escorpião Macaco
Idade : 48
Ocupação : Dragonologista e traficante de artefatos mágicos
Player : Isis
Mensagens : 1000

MensagemAssunto: SAND, Python   18/6/2014, 00:41


  • DADOS BÁSICOS

Player: Isis

Nome completo: Python Sand
Apelido: Py
Data de Nascimento: 19 de novembro de 1968
Local de Nascimento: Florença, Itália

Idiomas: Italiano, francês, inglês
Sexualidade: ?
Relacionamento: Solteiro

Raça: Sangue Puro
Característica especial: -
Patrono: Píton-real
Bicho-Papão: Águia
Varinha:


  • VIDA

    Python veio de uma família sangue-puro italiana que fora perdendo todo o seu prestígio durante vários séculos. Na época em que Python nasceu, já eram considerados traidores de sangue e vários passavam por períodos de miséria. Seu pai trabalhavam em grandes fazendas, ajudando a administrar safras de vinho, de forma nômade, a cada mês em um local diferente. Já sua mãe era atendente e faxineira de uma pequena loja de artefatos bruxos, mesmo que de forma frustrada. Tentara ser professora de Feitiços, de tão boa que era, mas não conseguiu nem esse emprego e nem nenhum outro relacionado à área.

    Apesar das dificuldades, teve uma infância bem tranquila. Tinham uma pequena casa, que mesmo meio destruída atendia às necessidades da família – composta pelos pais, um irmão mais velho e uma mais nova. Passava muito tempo na loja em que sua mãe trabalhava, fazendo as lições que ela passava para os filhos para que eles se preparassem para entrar em Beauxbatons. Quando ficou um pouco maior, passou a ajuda-la com a limpeza e a organização da loja. Às vezes o pai levava ele e seus irmãos para as vinícolas também, especialmente quando a mãe precisava de um descanso das três pestes, e com isso viajou grande parte da Itália e da França. São os momentos da sua infância que tem maior apreço. Gostava do ar rural, dos longos campos e das construções. No entanto, essas excursões pararam quando seu irmão mais velho adoeceu em uma dessas viagens e acabou falecendo algumas semanas depois.

    Não chegou a perceber como era menos afortunado em questões financeiras até entrar em Beauxbatons. Falava um francês quase perfeito por sua mãe ter ensinado desde pequeno, até sabia se portar levemente pelo que ela tentou ensinar, mas no fundo continuava sendo um italiano caipira. Tinha sérias dificuldades com todas as etiquetas francesas, com os biquinhos, com o uniforme. Chegou a ter problemas com a direção da escola por sempre estar esfarrapado, com os remendos das roupas não aguentando. E também não demorou muito para que a “elite” da escola começasse a implicar com ele – demorando ainda menos para que Python começasse a brigar fisicamente com esses, antes de aprender feitiços para isso. Mas ainda preferia cair no braço, mesmo.

    Só saiu da fase de arrumar encrenca com os meninos quando tinha 14 anos e começou a arrumar com as meninas. Finalmente estava saindo da fase esquisita da pré-adolescência, e sempre existe algum charme em um valentão meio chucro, especialmente em meio aos traços finos franceses. Édith foi seu primeiro amor, dois anos mais velha e presa em um cliché francês tão grande que doía. Gostava de fumar, de colares de pérolas, chapéus, vestidos tubinho quando tinha que estar vestida, batons e sexo. Nunca ficaria realmente com ele: tinha seu namorado belgo que exibia para a boa sociedade, mas nenhum dos três se importava. Sabiam que Briek tinha um interesse maior por garotos e não demorou para que Python acabasse na cama dos dois. Viveram um romance intenso pelos cantos mais escuros do colégio durante os dois anos que tiveram, mesmo que nos cantos claros Édith andasse apenas com Briek e Python andasse com quem lhe quisesse. Continuava preferindo meninas, mas não tinha interesse nenhum em se privar de algum prazer que pudesse acontecer.

    Com seu início de vida sexual extremamente precoce, já era experiente em seu sexto ano, quando Édith e Briek não estavam mais lá. Foi a época em que se envolveu com mais gente e voltou a brigar: mas agora mais por razões amorosas que por sua pobreza. Além disso, conheceu nas férias uma pessoa que tinha plantas e poções alucinógenas e tinha como lhe entregar para que revendesse pela escola. Encomendou um uniforme novo em folha apenas um mês depois do início das aulas: era a primeira vez em sua vida que a roupa que usava não era de segunda mão. Todos os alunos na escola sabiam quem era que estava trazendo os itens ilegais para dentro, mas Python conseguiu garantir que a direção nunca soubesse. Por ser o mais podre da escola, sabia dos podres de todo mundo, até daqueles que aparentemente não tinham o que temer. Sabia como ameaçar cada um e nunca teve que realmente se preocupar com isso.

    Ao sair da escola, percebeu que estava fodido. Sua casa – que antes parecia boa o bastante – lhe repudiava. Já não sentia muita vontade de estar lá quando era apenas para férias, imagine por tempo indeterminado. Não tinha contatos para conseguir um bom emprego e não sabia como continuar seu contrabando fora da escola, também. E, para completar, não se formou com honra alguma: passou raspando na maioria das matérias. Não tinha o que fazer da vida, passava seu tempo em becos, conversando com pessoas de péssima conduta e as levando pra cama. Até que ouviu alguém comentando que um figurão queria um ovo de dragão galês. E era um inferno sair de Gales e entrar na França com um, então a recompensa era boa. Python não pensou duas vezes.

    Nem achou tão complicado assim. Para começar, gostava de dragões e não tinha medo nenhum de ser morto. Foi logo contratado pela reserva em Gales para ajudar a tratar e controlar os dragões, e assim que estava dentro já conseguiu surrupiar um ovo. Deu um jeito de voltar para a França, entregou o ovo mas cobrou três vezes mais do que ouviu dizer que o cara pagava. Rapidamente, tinha mais clientes e o preço subiu exorbitantemente. Não podia sair roubando muitos ovos então a cota era pequena e ia para quem lhe pagasse mais. Além disso, começou a retirar o sangue para revender, músculos dos mortos, couro, e o que mais lhe pedissem e pagassem. Também fez contato com os MacFusty, da Escócia, e passou a tratar do Negro das Hébridas de vez em quando, o que preferia, já que por eles serem bem mais agressivos, era bem mais divertido.

    No verão de seus 20 anos, uma prima mais distante desse clã resolveu passar férias na casa dos tios. Lorna MacFusty era bonita, da mesma idade de Python, e louca o bastante para querer se aproximar dos dragões. Começou então a sair com ele algumas vezes para as reservas, mas não demorou para que deixassem os animais para lá e focassem mais um no outro. Os dois continuaram a se ver durante toda a estação, mas foi apenas alguns meses depois que Lorna o procurou, contando que estava grávida.

    Não quis saber de primeira. Mandou ela ir tomar no cu e não lhe procurar mais. Ficou vários meses da gravidez nisso, até que os MacFusty resolveram cortar seu acesso aos dragões escoceses e isso prejudicou imensamente seu mercado negro. Concordou em vê-la então, passou a tentar falar mais manso, disse que ajudaria a criar a menina, mas tudo em muito contragosto. Até que ela nasceu. Logo que pegou a filha no colo, disse a Lorna que não iam mais nomeá-la como Mary. Ela era bem mais que Mary. Seu nome iria ser Atheris Sand. Lorna soube que era melhor não discutir só de olhar para ele falando.

    Atheris continuou a morar com a mãe, mas Python a visitava semanalmente, sempre com algo para ela. Não tinha que se preocupar muito já que Lorna era de uma família puro sangue e com uma quantia considerável de dinheiro, mas mesmo assim começou a expandir sua rede de contrabandos, indo além dos dragões, fazendo o possível para dar a ela a vida mais confortável que conseguia.

    Demorou apenas dois anos para que tivesse a segunda filha. Ao ir buscar um produto no Paquistão, acabou envolvido com uma trouxa, Maala Calux. Toda vez que ia lá, encontrava com ela. Em um desses encontros, ela revelou que estava grávida. Ficou incerto em um momento, desconfiando seriamente se realmente seria seu, mas mesmo assim a ajudou como pode. Quando a criança nasceu e confirmou que era mesmo sua, a tirou da mãe e levou o bebê para o Reino Unido, re-batizando a menina como Naja Sand.

    A vida ficou um pouco mais difícil ao levar Naja para morar consigo, mas não queria que ela fosse criada por uma trouxa, que nem sabia o que ele era. Comprou então um pequeno terreno em Gales, no qual construiu uma casa. Uma bruxa do vilarejo ia cuidar da menina todos os dias enquanto ele estava fora, mas ele sempre estava de volta ao anoitecer para ficar com a filha. Também passou a pegar Atheris na Escócia nos finais de semana e leva-la para Gales para que as duas filhas convivessem mais.

    Naja tinha dois anos quando começou a se relacionar mais seriamente com Diana Martell. A conheceu na Espanha e acabou se apaixonando pela primeira vez desde Édith. Depois de alguns meses de relacionamento, a levou para Gales para que conhecesse suas filhas. Tudo continuou tranquilo. Acabavam brigando constantemente pelo gênio latino esquentado dos dois. Python nunca sentiu tanto ciúmes de alguém na sua vida e detestava o modo como ela se portava. Obviamente, nunca se portou de maneira melhor também, mas não achava que ela tinha que reclamar dele. Apesar de tudo, se amaram intensamente e continuaram insistindo em um relacionamento fadado a acabar mal. Diana se mudou para Gales quando engravidou da primeira filha dos dois, Eryx. A casa cresceu um pouco para recebê-las, e mais um pouco dois anos mais tarde, para quando Sibon ia nascer. No entanto, os dois sabiam que o relacionamento entre eles estava acabado antes mesmo de Sibon nascer. Python nunca deixou de ter casos durante todo o tempo que esteve com Diana e ela estava farta disso. Assim que Sibon nasceu, voltou para a Espanha com as duas filhas, fazendo então com que Python a odiasse profundamente. Até hoje prefere não falar com ela e nunca tira o tom de desdém da voz quando fala. Se esforçou especialmente para ser um bom pai para essas duas meninas: para garantir que elas gostassem dele mais do que gostavam da mãe. E como moraram longe na maior parte do tempo, conseguiu isso durante a infância delas.

    Sua filha mais velha, Atheris, já estava em Hogwarts quando teve mais uma filha: Contia. A mãe dessa era Eleanor Alvey, uma bruxa mestiça que foi a maior paixão de Python. Ficou com ela durante 12 anos. Se entendiam bem o bastante para que fosse óbvio que um relacionamento monogâmico não funcionaria entre os dois e isso nunca foi um problema. Tinham suas festas quando podiam, não se importavam quando um dos dois estivesse com outra pessoa. No final do dia, sempre voltavam um para o outro, se querendo mais do que poderiam querer qualquer um. Era um relacionamento meio louco para qualquer um que estivesse vendo de fora e provavelmente bastante confuso para as meninas que iam crescendo vendo, mas nunca se importaram. Além de Contia, tiveram Clelia e Suta, a caçula de Python.

    No entanto, em 2010, Eleanor adoeceu. Foram longos meses de tratamentos e dor, que não serviram para nada além de estender a morte inevitável. Python ficou destruído durante um bom tempo. Tentava cuidar das filhas mais novas e do trabalho, contratou gente para ajuda-lo, e nunca teve tempo realmente de ter seu luto, mas era aparente que não estava bem. Alguns meses depois da morte, Eryx e Sibon comentaram que gostariam de ir morar com ele. Naja iria sair de Hogwarts naquele ano e pretendia entrar na nova Universidade, mas já tinha dito que poderia morar com ele para ajudar com as crianças. Atheris estava viajando o mundo, mas esperava que ela voltasse para casa logo, também. Foi então que resolveu mudar de Gales para a Inglaterra, mais precisamente para Ottery, onde poderia ficar mais perto de Naja e construir uma casa realmente adequada a todos eles. Se dedicou extremamente ao projeto da casa, tentando falar sobre ele com todas as filhas, para que elas amassem aquele lugar o tanto que ele queria.

    [E falta uma filha na história, aguardando player q]






  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS


Tem oito filhas

Atheris – 1990, Grifinória. Filha de Python com Lorna.

Naja - 1992, Sonserina, saiu de Hogwarts e entrou em Ottery em 2010, se formou em 2013. Filha de Python com Maala Calux.

Eryx - 1995. Sonserina. Filha de Python com Diana Martell.

Sibon - 1997. Sonserina. Filha de Python com Diana Martell.

Contia - 2001. Grifinória. Filha de Python com Eleanor .

Clelia - 2003. Corvinal. Filha de Python com Eleanor.

Suta - 2005. Filha de Python com Eleanor.


  • APARÊNCIA

    Apesar de não se importar nem um pouco com a própria aparência, é um homem muito bonito e especialmente charmoso. Tem 1,88m, e é grande, com o peitoral largo e braços fortes. Não chega a ser definido nem nada, mas também não aparenta ser gordo mesmo sendo grandão. O cabelo é castanho e grosso, assim como a barba que está sempre por fazer, mas essa tem vários toques grisalhos por ela. Seus olhos também são castanhos e extremamente expressivos: não consegue disfarçar nenhuma emoção.  Tem tatuagens nos dois braços e no peito.

    Geralmente está cheio de pulseiras e anéis grandes. Gosta de jaquetas e casacos enormes também.




  • PERSONALIDADE

    Sua personalidade depende muito de onde ele está. No dia a dia, gosta de acreditar que é bem engraçado, parece estar quase sempre de bem com a vida. Ri alto, sem se importar com onde está. Extremamente gente boa, conversa com todo mundo, especialmente quem considera bonito. É um bon vivant, sempre querendo comer e beber bem e procurando fornecer isso a quem estiver ao redor dele. Com suas filhas, acaba sendo mais controlador do que parece a quem é de fora. Morre de medo que qualquer coisa aconteça a elas, então está sempre querendo saber exatamente onde elas estão. Tenta continuar sendo amigo delas ao mesmo tempo que ser pai mas não consegue encontrar um equilíbrio muito bom nisso, especialmente por sentir ciúmes delas. Todo o ciúme que não sente de seus parceiros, sente pelas filhas. Já no trabalho, especialmente na área de contrabando, não tem escrúpulo nenhum. Até tenta ser legal e tudo o mais com quem faz as coisas do jeito dele, mas não tem pena quando não o é. Já destruiu a vida de várias pessoas e não sente o menor peso na consciência quando vai dormir – especialmente por isso ser o que possibilita ele a dar uma boa vida, uma vida diferente da que teve, para as filhas. E elas são 8, então é preciso ir um pouco além nas coisas.


you're the end of the rainbow, my pot of gold, you're the treasure I cherish, so sparkling and bright;

you're sugar, you're spice, you're everything nice, and you're daddy's little girl.
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