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 ABBOTT, PIP

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AutorMensagem
Pip Abbott

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Masculino Leão Búfalo
Idade : 20
Ocupação : Professor de Cultura Trouxa no Grace Joy Home
Player : Buba
Mensagens : 1406

MensagemAssunto: ABBOTT, PIP   15/3/2014, 02:54


  • DADOS BÁSICOS

Player: Buba

Nome completo: Pip Oleksy
Data de Nascimento: 31 de Julho de 1997
Local de Nascimento: Dún Laoghaire, Irlanda.

Idiomas: Inglês
Sexualidade: Curioso
Relacionamento: Solteiro

Raça: Nascido Trouxa
Patrono: Um labrador.
Bicho-Papão: Um avião enorme vindo em sua direção, com direito a todos os barulhos de um avião.
Varinha: Abeto com Pêlo de Unicórnio, 28cm, inflexível.


  • VIDA

Pip nasceu em uma pequena família irlandesa, filho de Jocelyn e Ian Oleksy. Isto é até bastante incomum para os padrões irlandeses, mas ela era minúscula. Ambos os pais não tinham irmãos nem contato com os pouquíssimos parentes que tinham. Moravam numa casa de dois andares, mas simples.

Quando Pip tinha 2 anos eles três resolveram passar as férias no sul da Itália viajando, eram uma família que gostava de aventuras. Porém o que parecia uma simples turbulência no avião veio a ser um dos maiores acidentes daquele ano, 1999. O avião teve de fazer um pouso de emergência sob terríveis condições de tempo, a asa encostou no chão em alta velocidade e explodiu metade do avião, pelo combustível que elas pertencem. Apenas 5 pessoas sobreviveram, entre elas Pip. Seus pais morreram na hora. Ele foi levado ao hospital como todos e quando cuidados tiveram que ser tomados para sua guarda, os poucos parentes que acharam do menino se negaram a tê-lo, pois nem o conheciam, basicamente. Não tinham vontade de conexão nenhuma, nem estrutura para uma criança. Eram todos muito pobres. Então passaria parte de sua infância em um orfanato.

Quando saiu do hospital e entrou no orfanato, chorava todo dia e tinha muitos pesadelos, molhando a cama e acordando o orfanato todo. Mas para um local onde se tem muitas crianças pequenas, isso não era incomum. Ele era pequeno demais para futuramente lembrar de tudo, mas aviões nunca mais sairiam de seus pesadelos. Com o tempo, conforme aquele lugar se tornava seu lar, ele conseguiu amenizar os pesadelos. Não lembrava mais de seus pais nem nada, não tinha nem uma foto sequer, pois a casa foi vendida e não se sabe o que foi feito dos pertences. Nem do acidente ele lembrava, apenas sabia que tinha medo de aviões e tudo ficou explicado quando ele soube desse acidente, quando a diretora do orfanato lhe contou sua vida antes dali.

Pip era muito espuleta e alegre, então fez amizade com todas as crianças dali. Nunca teve melhores amigos, mas considerava todos muito especiais. Laura, Johnny, Magda, Philip, Maryl, Juliet, Jasmine, Marcos eram o grupinho com quem ele mais andava. Todos da mesma idade, todos ali desde praticamente bebês. Uns foram abandonados, outros perderam família igual a ele, mas isso nunca foi o foco deles. Eles se consideravam todos irmãos no fim das contas. Dividiam os mesmos brinquedos, roupas e iam a escola sempre juntos, pois tiveram a sorte de não ser colocados em escolas separadas por sexo, coisa extremamente comum na Irlanda.

No orfanato e na escola era o que mais conversava e vivia sendo chamado atenção. Não tinha foco nenhum, nunca teve. Dormia as vezes sem querer, ou parava um dever e prova no meio e enfim, suas notas sempre foram as piores da classe. Ele ouvia a pressão da diretora por isso, mas ele não conseguia entender o problema. Tudo que ele queria fazer, desde os 3 anos era ficar na salinha de ferramentas do orfanato. A salinha era do técnico/mecânico do lugar e meio que uma sala de bagunças, mas ele gostava demais. Toda vez que Lawrence, o mecânico, estava lá, Pip estaria junto. Ele gostava muito de montar coisas, desde pequeno. Ainda quando tinha os pais amava jogar lego. O pai e a mãe passavam horas com ele fazendo isso. E depois, a partir dos 3 anos ali no orfanato ele passaria a juntar peças usadas ou novas de tudo quanto é tipo e com o passar dos anos ele passaria a construir de relógios à robôs pequenos e médios. Vendo todo esse potencial nele, Lawrence ensinou ele a colocar energia e vida nesses ferros velhos que ele montava. Montava até aviõezinhos para pentelhar as pessoas. Algo que adorava também era fazer pipas junto com seus amigos. Empinavam quase todo dia.

Pip e seus amigos nunca receberam nem a mínima esperança de serem adotados, afinal eram muito grandes já.

Foi então que ele começou a se sentir diferente, com uns 6 anos. Seus robôs pareciam funcionar mesmo quando ele não colocava mecanismos elétricos neles. As vezes andavam, ou corriam ou se despedaçavam. Assim como as vezes sua pipa parecia avançar nas outras. Quando tinha pesadelo e fazia xixi na cama, mesmo que mais crescidinho, o colchão secava quando ele via e ficava tão envergonhado que queria chorar. Eram sinais de magia. Ele não estava entendendo nada, até ser esperto o bastante pra admitir. Ele sabia que adultos eram céticos, ou sentia, então só mostrava (quando conseguia) para as outras crianças. E ele começou a dizer que tinha super poderes e um dia salvaria o mundo (de robôs aterrorizantes ou vilões e etc). Seus amigos começaram a ver ele como um super herói mesmo e quando ele recebeu sua carta aos 11 anos, leram todos juntos. Mas ele achou que era alguma brincadeira. Então deixou pra lá, continuando suas fantasias. Até que um membro do Ministério foi visitá-los. Ele pediu para falar a sós com a diretora e Pip. E explicou tudo. A diretora quis expulsar o homem de lá e chamar a polícia, mas Pip via naquele homem a realização de sonhos nível filmes de Nárnia e etc. Ele? Bruxo? Super heroi era legal, mas bruxo? Era mais legal ainda! Quando a diretora pegou o telefone para discar o número da polícia, o homem com um aceno de varinha fez o telefone se transformar em miniatura. Ela não poderia negar o que viu.

Eles conversaram por horas ali. Horas e mais horas. A diretora disse que exigia ir junto com eles no Beco para as compras e etc, pois era responsável por ele. Eles foram e Pip ficou estupidamente encantado com cada magia que via. A diretora ficou receosa no início, mas depois foi ficando mais confortável. Estava acostumada a viver com crianças cheias de imaginação e ela mesma fora uma criança com fantasias então aquilo a encantava também. Fizeram as compras e demoraram pouco para a escolha da varinha. Ele quebrou uns vidrinhos, mas nada demais.

Ele voltou então e arrumou suas coisas no baú. Foi orientado para dizer às crianças que um casal tinha adotado os estudos dele em uma escola especial para crianças habilidosas e ele se formaria em mecânica e tecnologia de robôs. Mas ele não se aguentou e disse que iria para uma escola de super heróis. Eram seus amigos. E todos o apoiaram. Ele foi uma criança de sorte, pois em outra ocasião poderiam ter acabado com ele o chamando de louco. A diretora foi junto à estação e ficou combinado que ele voltaria todo verão ou feriado, até completar a maioridade.

Hogwarts
Desnecessário dizer a alegria do garoto a cada micro passo de toda aquela novidade. Desde a estação até o trem e a chegada no castelo. Levou um caderninho consigo e anotava tudo no que seria seu diário. Levou foto de seus amigos do orfanato e logo todos do seu dormitório os conheciam. E também levou seus robozinhos e etc. Era o garotinho esquisito mas todo engenhoso da Lufa-lufa. Aliás, sua seleção foi bem sutil e rápida. O chapéu encostou em sua cabeça e anunciou. "Uma alma pura de um bom coração. Fará muitas amizades se continuar sendo naturalmente assim. Lufa-lufa!"

Sempre meio aluado, nas primeiras aulas quase derrubou uma poção de Anita Babbitt, e então passaram a conversar e ele logo a adorava demais. Especialmente por ela ser nascida trouxa também. Contou tudo do orfanato, disse que é um super herói lá e etc. Achava ela especialmente bonita, mas permaneceram apenas amigos mesmo. Ele adora conversar com Anita, pois mesmo sendo doidinho e lento como é, ela parece entrar em sintonia com ele. Quando vê Anita triste ele fica triste também, mas logo tenta animá-la. Mesmo que seja construindo alguma bugiganga pra ela ver.

E na construção de coisas ele passou a ser realmente talentoso. Começou a usar a magia pra dar vida à suas peças e estava encantado. Nas férias de verão entre este e o segundo ano ele voltou ao orfanato e ele e seus amigos pulavam insanamente um no outro de alegria. Todos continuavam ali. Empinaram pipa e tudo mais. Ele só teve que dizer que seus poderes de super herói precisavam ficar em segredo ou iriam atrás dele. Nem todos acreditavam nele mais, mas todos entravam em um consenso sem falar nada de que era a história e fantasia deles todos. Era a brincadeira deles em comum e gostavam de dar corda. Para voltar Pip quase chorou, pois sentia falta dos amigos.

E a primeira pessoa que conversou quando voltou foi Crystal Lovegood e hoje eles são praticamente melhores amigos, mesmo que ele não tenha rótulos com pessoas. Eles dois chegaram a se beijar quando tinham ambos 15 e 14 anos. Gosta tanto dela. Não tem ciúmes nem quer ter rótulo nenhum, então eles ficam assim, sabendo do carinho que sentem um pelo outro. E são dois aluadinhos, bem parecidos, então se dão muito bem.

A única coisa ruim é que ele continua sendo um péssimo aluno. Só tira notas horríveis e não sabe ainda como nunca reprovou ou foi expulso. Ele não acha isso ruim, ele vive a vida do jeito feliz dele. Ele gosta de viver cada dia, curtir cada acontecimento. E ele ama aprender nas aulas. Mas não consegue por em prática na hora das notas. É esperto mesmo assim e talvez isso o mantenha lá. É ótimo com feitiços e poções, por exemplo, faz coisas engenhosas com feitiços e peças e etc. Só não para provas.

A cada férias ele vai para o orfanato, mas as vezes divide o tempo entre amigos de Hogwarts, quando é convidado para ir em suas casas. Como não lembra dos pais, não sente falta de ter uma família. Gosta mesmo é de conviver com famílias de amigos e quando eles o tratam bem. Acha gostoso.


  • APARÊNCIA

Tem 1.70 e é magrelinho, mas sutilmente definido. Tem muitas sardas e cabelos castanhos escuro. Tem lábios grossos e um olhar bondoso.

Adora roupas larguinhas, mas na verdade adora qualquer coisa. No orfanato ele vestia o que dava, dividindo com todos.


  • PERSONALIDADE

Pip é meio aluado e bobo, mas é alegre e esperto. Não tem problema em ficar sozinho, ele sempre se distrai sozinho. É talentosíssimo com construções aleatórias.

Não voa muito bem, mas acha legal. Adora assistir quadribol, mesmo que não queira participar. E o único medo que tem é de avião.

Seu sonho é quando sair de Hogwarts ir estudar e trabalhar no mundo trouxa. Quer se especializar em tecnologias e robôs e futuramente adaptar para os bruxos. Fato é: ele ama os dois mundos.



we were orphans before we were ever the sons of your songs
so take a piece of my heart and make it all your own, so when we are apart you'll never be alone
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