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 Varinhas - Cernes e Madeiras

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MensagemAssunto: Varinhas - Cernes e Madeiras   8/3/2014, 02:59

Varinhas Mágica

Os fabricantes de varinhas são poucos, são artesões que passam seus conhecimentos de pais para filhos. A famosa família britânica, os Olivaras, por exemplo fazem isso desde de 382 a.C.. Existem estudiosas mas aqueles que a realmente fazem são poucos, são homens raros espalhados pelo mundo. Eles entendem que a varinha é uma extensão da magia daquele que se torna dono, mas sabem que um pouco de si estão em cada varinha. Por isso escolhem elementos que se identificam ao colocar na cerne da varinha, e a numerologia e aritmancia se resume à três elementos, nunca à mais, nunca a menos.

A seguir estão os fabricantes e para quem os vende. Colocamos as escolas apenas para indiciar o mais obvio, mas se comprou de outro fabricante, tem que ter uma explicação. Está anexo também possíveis especializações mas apenas baseado na cerne, mas outros fatores podem influenciar que vai desde da madeira usada, tamanho e influência do próprio usuário.

Citação :
Muitos fabricantes de varinha simplesmente combinam o tamanho da varinha com o tamanho do bruxo que irá usá-la, mas essa é uma medida grosseira e falha por não levar em conta muitas outras considerações importantes. Em minha experiência, varinhas maiores podem servir a bruxos mais altos, mas elas geralmente são levadas para pessoas com maiores personalidades e aqueles com um estilo de magia mais espaçoso e dramático. Varinhas menores favorecem um estilo mais elegante e refinado de feitiços. Entretanto, nenhum aspecto da composição da varinha deve ser considerado isoladamente dos outros, já que o tipo de madeira, a cerne e a flexibilidade podem tanto contrabalançar quanto reforçar os atributos do comprimento da varinha.

A maioria das varinhas estará numa média entre 9 e 14 polegadas (22,86 e 35,56cm). Mesmo que eu já tenha vendido varinhas extremamente curtas (8 polegadas e menos [20,32cm]) e bastante longas (mais de 15 polegadas [38,1cm]), elas são excepcionalmente raras. No último caso, uma peculiaridade física exigiu o comprimento excessivo da varinha. No entanto, varinhas curtas demais geralmente escolhem aqueles que possuem algo faltando em seu caráter ao invés de escolher aqueles de menores tamanhos (muitos bruxos e bruxas baixos são escolhidos por varinhas longas).

A flexibilidade ou rigidez da varinha denota o grau de adaptabilidade e disposição de mudar que o casal varinha-e-dono possuem - mas, novamente, esse fator não deve ser considerado separadamente da madeira da varinha, cerne e comprimento, sem contar a experiência de vida do dono e seu estilo de magia, sendo que todos esses fatores unidos irão de combinar para tornar a varinha em questão única.
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MensagemAssunto: Re: Varinhas - Cernes e Madeiras   8/3/2014, 03:03

CERNES

Pêlo de Unicórnio

Pêlo de unicórnio geralmente produz a magia mais consistente e menos propícia a irregularidades e bloqueios. Varinhas com cerne de pêlo de unicórnio são normalmente as mais difíceis de irem para o lado das Artes das Trevas. São as varinhas mais fiéis e quase sempre continuam fortemente ligadas ao seu primeiro dono, seja ele um(a) bruxo(a) bem sucedido(a) ou não.

Pequenas desvantagens do pêlo de unicórnio são: não são as varinhas mais poderosas (embora a madeira da varinha possa compensar isso) e são propensas à melancolia se usadas muito erroneamente, o que significa que o pêlo do cerne da varinha pode "morrer" e precisar ser trocado.

Corda de Coração de Dragão

Quase como uma regra, corda de coração de dragão faz as varinhas mais poderosas, as quais são capazes dos mais extravagantes feitiços. As varinhas de dragão normalmente aprendem mais rapidamente do que as outras. Podem mudar sua fidelidade se um bruxo as tomar do dono original, mas sempre terá uma conexão muito grande com o proprietário original.

A varinha de dragão tende a ser a que vai mais facilmente para as Artes das Trevas, embora não seja levada de acordo com a própria vontade. Também é a mais propensa dos três cernes a acidentes, sendo a mais temperamental das varinhas.

Pena de Fênix

Esse é o cerne mais raro. As penas de fênix são capazes dos maiores níveis de magia, mas pode levar mais tempo que o cerne de unicórnio ou dragão para revelar isso. São as varinhas com maiores iniciativas, às vezes agindo de acordo com a própria vontade, algo que muitos bruxos detestam.

Varinhas de fênix são as mais difíceis quando se trata da escolha de donos, já que a criatura da qual as penas são retiradas é uma das mais independentes e desapegadas do mundo. Essas são as varinhas mais difíceis de serem domadas e personalizadas, e sua fidelidade geralmente só é conseguida após muito esforço.
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MensagemAssunto: Re: Varinhas - Cernes e Madeiras   18/8/2014, 14:33

MADEIRAS

A seguinte descrição dos poderes e propriedades mágicas dos vários tipos de varinha de madeira foi retirada das anotações feitas ao longo da longa carreira do Sr. Garrick Ollivander, considerado o melhor mestre de varinhas do mundo. Como veremos, o Sr. Ollivander acredita que a madeira da varinha tem poderes quase humanos de percepção e preferência.

O Sr. Ollivander inicia suas anotações sobre madeiras para varinhas da seguinte forma:

    Cada varinha é única e para isso, ela depende das características particulares da árvore e da criatura da qual ela é feita. Mais ainda, cada varinha, a partir do momento em que encontra seu dono ideal, começará a aprender e ensinar seu parceiro humano. Para isso, as anotações a seguir dever ser vistas como informações gerais sobre cada tipo de madeira com os quais eu prefiro trabalhar, e não como uma descrição de uma varinha individualmente.

    Apenas uma minoria de árvores produz madeira de qualidade para a confecção de varinhas (só uma minoria de humanos podem fazer mágica). Foram necessários anos de experiência para saber quais tem essa dom, embora o trabalho se facilite quando se encontra um ninho de tronquilho nas folhas, pois estes nunca habitam árvores mundanas. As seguintes informações sobre os vários tipos de madeiras para varinhas devem ser vistas como uma introdução a esse estudo, que dura uma vida toda, e eu continuo a aprender com cada varinha que faço.


Abeto (Fir)
Meu avô Gerbold Octavios Ollivander sempre chamou as varinhas dessa madeira de "sobreviventes", pois ele vendeu varinhas de abeto para três bruxos que logo depois passaram por um perigo mortal. Não há dúvidas de que essa madeira, que vem de uma das árvores mais flexíveis que existem, produz varinhas com um poder muito estável e forte para seus verdadeiros donos, e não funciona bem com os que não têm muitas habilidades ou que sejam indecisos. Varinhas de abeto são particularmente ligadas à transfiguração, e escolhem donos que sejam focados, tenham força mental e ocasionalmente pessoas intimidadoras.

Abrunheiro (Blackthorn)
O abrunheiro é uma madeira muito incomum na fabricação de varinhas, e tem a reputação, ao meu ver bem merecida, de ser uma varinha para guerreiros. Isso não significa que seu dono, necessariamente, pratique Artes das Trevas (embora seja inegável que aqueles que o fazem gostam do prodigioso poder dessa varinha); Encontram-se varinhas de abrunheiro entre os Aurores, bem como entre os habitantes de Azkaban. Uma característica curiosa do tronco do abrunheiro é que ele ostenta maus espinhos, mas produz as amoras mais gostosas depois das tempestades mais difíceis, e as varinhas feitas dessa madeira parecem precisar passar por grandes perigos ou dificuldades para se tornarem verdadeiramente fiéis. Depois disso, a varinha de abrunheiro se torna a companheira mais fiel e leal que qualquer um poderia querer!

Acácia (Acacia)
Uma madeira muito incomum, com a qual se cria varinhas muito manhosas que se recusam a fazer magia para qualquer um além de seu dono, e também privam seus melhores efeitos daqueles que não são muito talentosos. Essa sensibilidade fez com que fosse muito difícil de se vender, mas eu ainda mantenho um pequeno estoque de varinhas de acácia para bruxos mais sutis. Elas não são recomendadas para fazer feitiços comumente conhecidos como magia "nem-fede-nem-cheira". Quando bem empunhada, uma varinha de acácia demonstra muito poder, embora subestimado devido a peculiaridade de seu temperamento.

Álamo (Aspen)
A madeira boa para se fazer varinhas de álamo é branca e fina, e muito desejada por todos os fabricantes de varinhas por ter muita semelhança com o marfim e sua maravilhosa aparência. O dono dessa varinha geralmente é um ótimo duelista, ou é destinado a ser um, já que a varinha de álamo é uma das poucas que são particularmente adequadas a magias marciais. Um clube de duelos infame do século XVIII chamado "A Lança Prateada" tinha a reputação de somente admitir aqueles que possuíam varinhas de álamo. Na minha experiência, os donos de álamo têm opiniões fortes e são determinados. São mais atraídos por desafios e novidades. Essa é uma varinha para revolucionários.

Amieiro (Alder)
O Amieiro tem uma madeira muito rígida, mas eu descobri que seu possuidor não é uma pessoa obstinada ou teimosa, mas sim uma pessoa generosa e geralmente amável. Enquanto a maioria das madeiras procuram características similares naqueles a quem elas escolhem, o amieiro é incomum nesse aspecto e parece que procura uma natureza que não seja precisamente oposta a sua, mas certamente uma que tenha diferenças marcantes. Quando um amieiro é bem colocado, se torna um ajudante magnífico e prestativo. De todos os tipos de varinha, o amieiro é melhor para feitiços não-verbais, de onde vem sua fama de ser apropriado apenas para os bruxos e bruxas mais avançados.

Aveleira (Hazel)
Uma varinha sensível, a varinha de aveleira costuma refletir o estado emocional de seu dono e funciona melhor com um mestre que possa gerenciar seus próprios sentimentos. Outros devem ser muito cuidadosos ao lidar com uma varinha de aveleira, ainda mais se seu dono for temperamental ou sofrer de uma séria decepção, pois a varinha irá absorver essa energia e descarregá-la imprevisivelmente. O ponto positivo da varinha de aveleira é mais uma recompensa para tais desconfortos menores: a sua capacidade de realizar uma magia excelente nas mãos de pessoas habilidosas. E ela é tão devota ao seu dono que às vezes "falha" (quer dizer que expele toda a sua magia e se recusa a funcionar, necessitando muitas vezes da extração do núcleo e a inserção em uma outro corpo, se a varinha ainda é necessária) no fim da vida de seu mestre (mas se o núcleo for de pêlo de unicórnio, entretanto, não há esperanças; a varinha quase certamente terá "morrido"). Varinhas de aveleira também têm a inigualável capacidade de detectar água subterrânea e irá emitir uma lágrima de fumaça prateada quando passar perto de nascentes e poços d'água.

Azevinho (Holly)
Azevinho é um raro tipo de madeira de varinha; tradicionalmente considerada protetora, funciona melhor com aqueles que, talvez, precisem de ajuda para superar sua tendência à raiva e à impetuosidade. Ao mesmo tempo, varinhas de azevinho escolhem donos que são engajados com alguma busca perigosa e muitas vezes espiritual. Azevinho é uma dessas madeiras que variam radicalmente sua performance dependendo do núcleo da varinha e é notoriamente difícil unir essa madeira com a pena de fênix, uma vez que a madeira volátil conflita com a indiferença da fênix; mas caso alguém encontre seu par em uma varinha assim, ninguém deverá ficar em seu caminho.

Bordo (Maple)
Eu geralmente percebo que aqueles que são escolhidos por varinhas de bordo são, por natureza, viajantes e exploradores; elas não são varinhas de tarefas-de-casa e preferem ambição em seus donos, caso contrário sua magia se desenvolve pesada e imprecisa. Novos desafios e mudanças regulares fazem essa varinha literalmente brilhar, desenvolvendo-se à medida que cresce com seu parceiro em habilidade e status. Essa é uma madeira muito bonita e desejada, e uma varinha de bordo de qualidade tem sido uma das mais caras por séculos. Possuir uma varinha de bordo tem sido uma marca de status, por causa de sua reputação como a varinha de grandes empreendedores.

Carvalho Inglês (English Oak)
Uma varinha para tempos bons e ruins, essa é uma amiga tão leal quanto o bruxo merecer. Varinhas de carvalho inglês escolhem parceiros fortes, corajosos e fieis. O que não se sabe, é que varinhas de carvalho inglês escolhem aqueles que tem uma forte intuição e, geralmente, uma afinidade com a magia do mundo natural, trabalhar com criaturas e plantas deixam este bruxo muito feliz. O carvalho é chamado Rei da Floresta do solstício de inverno até o solstício de verão e a madeira só deve ser recolhida nesse período (o azevinho começa a se tornar rei no dia em que o carvalho começa a diminuir, então o azevinho deve ser retirado nessa época do ano). Acredito que essa divisão tenha originado o velho ditado "Quando a varinha dele é de carvalho e a dela de azevinho, se casarem ela o deixará louquinho", porém acho esse ditado sem fundamento. Diz-se que a varinha de Merlin era de carvalho inglês, embora o seu túmulo nunca tenha sido encontrado, então não há provas.

Carvalho Vermelho (Red Oak)
Você já deve ter ouvido o ditado ignorante de que varinha de carvalho vermelho é uma prova infalível do pavio curto de seu dono. Na verdade, o dono ideal para uma varinha de carvalho vermelho é aquele que tem reflexos rápidos, fazendo desta um varinha perfeita para duelos. Menos comum que o carvalho inglês, eu descobri que seu dono ideal deve ser sensível, de raciocínio rápido e adaptável às situações e, geralmente, criam feitiços famosos e característicos, sendo ótimos parceiros de luta. Varinhas de carvalho vermelho são, na minha opinião, as mais bonitas.

Castanheira (Chestnut)
Essa é a madeira mais curiosa e multifacetada de todas, pois varia largamente suas características dependendo do núcleo e absorve muito da pessoa que a possui. A varinha de castanheira é atraída para bruxos e bruxas que são hábeis domadores de criaturas mágicas, aqueles que possuem habilidade em herbologia e aqueles que são aviadores naturais. Sendo assim, quando combinada com núcleo de corda de coração de dragão, seu melhor dono talvez seja aquele que é apegado ao luxo e a coisas materiais, pouco escrupuloso, que é capaz de qualquer coisa para obter o que quer. Por outro lado, três diretores da Suprema Corte dos Bruxos possuíram varinhas de castanheira com núcleo de pêlo de unicórnio e essa combinação escolhe aqueles que são condizentes com todo tipo de justiça.

Cedro (Cedar)
Sempre que encontro alguém portando uma varinha de cedro, eu encontro alguém com força de caráter e uma lealdade incomum. Meu pai, Gervaise Ollivander, costumava dizer "você nunca conseguirá enganar quem carrega uma varinha de cedro" e eu concordo: a varinha de cedro se sente em casa onde há perspicácia e percepção. Eu iria além de meu pai e diria que nunca encontrei um dono de varinha de cedro ao qual eu me atreveria a cruzar o caminho, especialmente ao magoar aqueles a quem eles amam. O bruxo ou bruxa que é escolhido por uma varinha de cedro carrega o potencial de ser um adversário assustador, que geralmente choca àqueles que os desafiam.

Cerejeira (Cherry)
Essa madeira muito rara possui um estranho poder e é muito valorizada entre os bruxos que estudam na escola Mahoutokoro, no Japão, onde os que possuem varinhas de cerejeira tem prestígio especial. Os compradores de varinhas do ocidente devem esquecer o boato de que a árvore de flores rosas faz apenas varinhas frívolas ou meramente ornamentais, já que a madeira da cerejeira normalmente faz uma varinha que possui poder realmente letal, independente do núcleo, mas principalmente se unida com corda de coração de dragão. A varinha nunca deve ser portada por um bruxo que não tenha auto-controle e força mental.

Choupo (Poplar)
"Se você busca integridade, procure primeiro nos choupos" era a máxima de meu avô Gerbold Ollivander, e minha própria experiência com varinhas de choupo e seus donos confirmam isso. Aí está uma varinha realmente consistente, forte e uniforme, sempre feliz ao trabalhar com um bruxo ou bruxa de clareza moral. Há uma antiga piada sem graça entre os fabricantes de varinhas que diz que nenhuma varinha de choupo escolheu um político, mas aqui eles mostram sua lamentável ignorância: dois dos melhores ministros da magia, Eldritch Diggory e Evangeline Orpington, foram donos de varinhas de choupo.

Choupo-Branco (Hornbeam)
A minha própria varinha é feita de choupo-branco, então é com muita modéstia que eu afirmo que varinhas de choupo-branco escolhem para si companheiros para a vida, a bruxa ou bruxo talentoso e com uma genuína paixão única e pura, que alguns podem chamar de obsessão (embora eu prefira o termo "visão"), com a qual sempre se sentirão realizados. As varinhas de choupo-branco se adaptam mais rapidamente ao estilo de magia de seu proprietário do que qualquer outra e serão personalizadas tão rápido que as outras pessoas irão achá-la extremamente difícil de manusear mesmo para o mais simples dos feitiços. É como se as varinhas de choupo-branco assimilassem o código de honra de seu dono, seja lá o que isso significa, se recusando a fazer feitiços – sejam eles bons ou maus – que não condigam aos princípios de seu mestre. Uma varinha particularmente afinada e sensível.

Cipestre (Cypress)
Varinhas de cipestre são associadas à nobreza. O grande fabricante medieval de varinhas, Geraint Ollivander, escreveu que sempre se sentia honrado em achar um mestre para uma varinha de cipestre, pois sabia que estava em frente a um bruxo que teria uma morte heróica. Felizmente, nesses tempos nos quais quase não há sede de sangue, os possuidores de uma varinha de cipestre raramente são obrigados à entregar suas vidas, embora sem dúvida muitos deles morreriam se fosse necessário. Varinhas de cipestre encontram suas almas gêmeas na bravura, na coragem e no auto-sacrifício: aqueles que não têm medo de enfrentar as sombras na alma dos outros ou na sua própria.

Cornus (Dogwood)
Cornus é uma das minhas favoritas e achar um companheiro perfeito para uma varinha de cornus é sempre divertido. Varinhas de cornus são peculiares e muito travessas; ela tem uma natureza muito brincalhona e insiste em procurar parceiros que possam proporcionar a elas muita emoção e diversão. Seria muito errado, porém, supor que varinhas de cornus são incapazes de fazer magias mais sérias quando necessário; elas são treinadas para conjurar feitiços incríveis sob condições difíceis e quando combinadas com um bruxo devidamente inteligente e engenhoso, podem produzir encantamentos deslumbrantes. Um ponto fraco interessante das varinhas de cornus é que elas se recusam a conjurar feitiços não-verbais e podem ser muito barulhentas.

Ébano (Ebony)
Essa madeira muito escura tem uma aparência e reputação impressionantes, sendo altamente adequadas aos mestres em magias de combate e transfiguração. O ébano fica mais feliz nas mãos daqueles que têm coragem de ser eles mesmos. Frequentemente não conformista, altamente individual e confortável com o título de "esquisito", os mestres das varinhas de ébano são encontrados tanto entre os membros da Ordem da Fênix como nos Comensais da Morte. Na minha experiência, o ébano combina perfeitamente com aqueles que se apegam muito às suas crenças, não se importando com a pressão dos outros, e não são facilmente levadas contra seus propósitos.

Espinheiro-Branco (Hawthorn)
O fabricante de varinhas Gregorovitch escreveu que as varinhas de espinheiro-branco "são estranhas e controversas, tão cheias de paradoxos quantos as árvores que as originam, que dão flores com propriedades curativas, ainda que seus ramos tenham cheiro de morte". Embora eu discorde de várias das conclusões de Gregorovitch, nós concordamos em relação as varinhas de espinheiro-branco, que tem uma natureza muito complexa e intrigante, assim como aqueles que são escolhidos por elas. Varinhas de espinheiro-branco funcionam bem com magias de cura, mas também são hábeis em maldições e eu percebi que ela se sente mais a vontade com alguém de natureza conflituosa, ou com um bruxo ou bruxa que esteja passando por uma período conturbado. Varinhas de espinheiro-branco não são fáceis de dominar, portanto eu só consideraria dar uma varinha dessas nas mãos de um bruxo ou bruxa de talento comprovado, do contrário, as consequências podem ser desastrosas. Varinhas de espinheiro-branco têm uma peculiaridade notável: seus feitiços, quando mal conjurados, podem voltar.

Faia (Beech)
O dono perfeito para uma varinha de faia será, quando jovem, muito mais sábio que os outros da sua idade, e quando adulto, rico em entendimento e experiência. Varinhas de faia são muito fracas quando usadas por pessoas pobres de espírito ou intolerantes. Muitos bruxos e bruxas que adquiriram varinhas de faia sem que tenham sido escolhidos por elas (cobiçando essa madeira tão desejada, rica e valorizada), muitas vezes aparecem na casa de fabricantes de varinhas experientes como eu, procurando saber porque as suas varinhas tão vistosas estão falhando. Quando adequadamente escolhidas, a varinha de faia é capaz de uma sutileza e maestria raramente encontradas em outras madeiras, daí sua brilhante reputação.

Figueira (Sycamore)
A madeira da figueira cria varinhas curiosas, sedentas por novas experiências e que perdem seu brilho quando sujeitas à atividades mundanas e rotineiras. Um truque dessas varinhas tão bonitas é que entram em combustão quando obrigadas a fazer coisas "entediantes". Muitos bruxos e bruxas, ao chegarem a meia idade, ficam desconcertados ao verem suas fiéis companheiras explodirem em chamas em suas mãos, ao pedirem que elas tragam seus chinelos mais uma vez. Como pode ser deduzido, o dono ideal das varinhas de figueira é curioso, vital e aventureiro. Quando encontra um mestre assim, demonstra uma capacidade de aprender e se adaptar muito grandes, ganhando assim o legítimo lugar das madeiras de varinhas mais apreciadas do mundo.

Freixo (Ash)
A varinha de freixo tende a obedecer ao seu único mestre e não deve ser passada ou presenteada a alguém, pois perderá poderes e habilidades. Essa tendência é ainda maior se o núcleo for de pêlo de unicórnio. Antigas superstições sobre varinhas raramente merecem um exame mais profundo, mas eu acho que o velho ditado envolvendo as varinhas da sorveira, castanheira, freixo e aveleira ("sorveira fofoqueira, castanheira zangada, freixo teimoso e aveleira choradeira") tenha um fundo de verdade. Os bruxos e bruxas que são escolhidos por varinhas de freixo não são, na minha opinião, facilmente desviados de suas crenças e propósitos. De todo modo, os bruxos e bruxas que são frágeis ou auto-confiantes, que insiste em tentar usar varinhas dessa madeira muito prestigiada, vão ficar desapontados com os resultados. O dono ideal para a varinha de freixo deve ser tenaz e com certeza corajoso, mas nunca arrogante ou grosseiro.

Lariço (Larch)
Forte, duradoura e de cor quente, o lariço tem sido uma madeira atraente e poderosa. Sua reputação de incutir coragem e confiança em seu mestre faz com que sua demanda sempre supere seu fornecimento. Essa varinha muito procurada é, no entanto, difícil de ser agradada quanto ao dono ideal, e mais difícil de manusear do que muitos imaginam. Eu sempre achei que essa madeira criava varinhas de talentos ocultos e efeitos inesperados, o que talvez descreva o mestre que a mereça. Também é comum o caso de que o bruxo que pertence a uma varinha de lariço nunca perceba a extensão completa de seus talentos até o momento em que se encontra com a varinha, mas eles farão a partir de então uma dupla excepcional.

Loureiro (Laurel)
Diz-se que as varinhas de loureiro não são capazes de cometer atos desonrosos, embora em sua busca por poder (um coisa muito comum entre aqueles que elas escolhem), eu conheci varinhas de loureiro que realizaram magias muito poderosas e até mesmo letais. Varinhas de loureiro às vezes são consideradas instáveis, mas isso não é verdade. Loureiro parece não tolerar a preguiça de seu proprietário e estas condições a fazem perder a lealdade nele de bom grado. Caso contrário, ela vai unir-se alegremente em sua primeira e eterna combinação, e há também o atributo incomum e envolvente da emissão de um raio que atinge o bruxa ou bruxo que tente roubá-la.

Macieira (Apple)
Varinhas de macieira não são feitas em grande escala. Elas são melhores e mais poderosas com donos que tenham muitas ambições e ideologias a seguir, já que essa madeira não vai bem com as Artes das Trevas. É dito que o dono de uma varinha de macieira será muito amado e terá uma vida bem vivida, e eu notei que os clientes que têm um charme pessoal forte encontram sua combinação perfeita numa varinha de macieira. Uma habilidade incomum de conversar com outras criaturas mágicas nas suas línguas nativas geralmente é encontrada em mestres de varinhas de macieira, o que inclui o célebre autor do livro "Sereianos: Um Guia Compreensível de Sua Linguaguem e Costumes", Dylan Marwood.

Nogueira (Walnut)
Aos bruxos e bruxas inteligentes é bom oferecer primeiro uma varinha de nogueira, pois nove em dez casos, elas serão almas gêmeas. Varinhas de nogueira também são muito encontradas nas mãos de bruxos inovadores e inventores. Essa é uma bela varinha, possuidora de uma versatilidade e habilidade incomuns. Uma nota de cautela, no entanto: enquanto algumas varinhas são difíceis de dominar e podem se recusar a conjurar feitiços contrários a suas naturezas, a varinha de nogueira, uma vez subjugada, irá fazer qualquer coisa que seu dono desejar desde que ele seja suficientemente brilhante. Isso faz dela uma arma realmente letal nas mãos de bruxos sem consciência, pois a varinha e o bruxo podem criar entre si uma dependência particularmente doentia.

Nogueira-Negra (Black Walnut)
Mais rara que a varinha de nogueira comum, a varinha de nogueira-negra procura um mestre que tenha bons instintos e ponderosa intuição. A nogueira-negra é muito bonita, mas não é a mais fácil de se dominar. Ela tem uma conhecida peculiaridade: está sempre em sintonia anormal com os conflitos internos de seu dono e perde drasticamente seu poder quando este tenta se enganar de qualquer modo. Se o bruxo ou bruxa é incapaz ou relutante em ser honesto consigo mesmo e com os outros, a varinha falha várias vezes em sua performance e deve ser combinada com um novo dono para recuperar os seus poderes. Uma vez com um dono sincero e auto-confiante, ela se torna uma das mais leais e passivas varinhas de todas, com um toque especial em todos os tipos de feitiços.

Olmo (Elm)
A crença infundada de que apenas bruxos de sangue-puro podem produzir magia através de varinhas de olmo foi, com certeza, gerada por um bruxo tentando provar suas credenciais, pois eu mesmo conheço vários bruxos que se adequam perfeitamente a varinhas de olmo e que são nascidos trouxas. Mas é verdade que as varinhas de olmo escolhem aqueles que tenham presença, destreza mágica e alguma dignidade nativa. De todas as madeiras, o olmo é o que produz menos acidentes, menos erros bobos e os mais elegantes e charmosos feitiços; essas varinhas são sofisticadas, capazes de magia de alto nível se usadas nas mãos certas (o que, de novo, torna-se um objeto de desejo para os que acreditam na filosofia dos sangue-puro).

Pereira (Pear)
Essa madeira dourada produz varinhas de poderes mágicos esplêndidos e dão o seu melhor nas mãos de quem tem um coração bondoso, generoso e prestativo. Os donos de uma varinha de pereira são, pela minha experiência, populares e respeitados. Eu não conheço um só caso em que uma varinha de pereira tenha sido descoberta na posse de um bruxo ou bruxa das trevas. Varinhas de pereira estão entre as mais resistentes e eu tenho percebido sempre que elas mantém sua aparência de nova, mesmo depois de longos anos de muito uso.

Picea (Spruce)
Fabricantes de varinhas inexperientes acham que esta é uma madeira difícil, mas ao dizer isso eles revelam sua própria incapacidade. É bem verdade que é necessário um pouco mais de dedicação ao se trabalhar com a picea, que produz varinhas muito desleais e voláteis, com uma natureza muito nervosa e que se torna positivamente perigosa em mãos menos habilidosas. As varinhas de picea exigem mãos firmes, pois elas costumam ter sua própria ideia de como a magia deve ser executada. Seja como for, quando uma varinha dessas encontra um parceiro – que, pela minha experiência, é um feiticeiro corajoso e bem-humorado – ela se torna uma super ajudante, intensamente leal ao seu dono e capaz de executar efeitos particularmente extravagantes e teatrais.

Pinheiro (Pine)
As fibras da varinha de pinheiro sempre escolhem donos independentes e individualistas, que talvez sejam conhecidos como solitários, intrigantes e, talvez, misteriosos. Varinhas de pinheiro gostam de ser usadas com criatividade e diferentemente de outras, não protestam ao uso de novos métodos e feitiços. Muitos fabricantes de varinhas insistem que o pinheiro prefere e se desenvolve melhor com pessoas destinadas a uma longa vida, e eu posso confirmar que nunca conheci um dono de varinha de pinheiro que tenha morrido jovem. A varinha de pinheiro é uma das que mais se dão bem com feitiços não verbais.

Sabugueiro (Elder)
A madeira de varinhas mais rara de todas e com reputação de ser extremamente sem sorte, o sabugueiro é a que dá mais trabalho ao seu mestre. Ela contem uma magia muito poderosa, mas teima em não obedecer a qualquer um que não seja superior a si. É preciso ser um bruxo notável para manter-se com uma varinha de sabugueiro por muito tempo. A antiga superstição "varinha de sabugueiro, azar o ano inteiro" tem base somente no medo das pessoas com essa varinha, mas isso não tem nenhum fundamento. Os fabricantes de varinhas tolos que se recusam a trabalhar com o sabugueiro fazem isso mais por duvidarem que conseguirão vender seu produto, do que por medo de trabalhar com essa madeira. Porém, é verdade que somente pessoas extremamente incomuns vão encontrar seu par perfeito no sabugueiro, e nas raras ocasiões em que isso acontece, eu sei que o bruxo ou bruxa em questão tem um destino muito especial. Um fato adicional que eu percebi durante meus longos anos de estudo é que os que possuem varinhas de sabugueiro quase sempre se sentem atraídos por aqueles que tem varinhas de tramazeira/romeira.

Salgueiro (Willow)
Varinhas de salgueiro possuem um incomum dom para cura e tenho notado que o dono ideal para essa varinha muitas vezes tem um pouco de insegurança (nada comprovado), embora eles tentem escondê-la. Enquanto muitos clientes confiantes insistem em testar varinhas de salgueiro (atraídos por sua beleza e merecida reputação de ser boa com mágica avançada e feitiços não-verbais), minhas varinhas de salgueiro constantemente preferem aqueles que têm grande potencial e que sentem que sempre tem algo a aprender. Sempre houve um provérbio em minha família que diz "Aqueles que têm longos caminhos a percorrer, vão mais rápido com varinhas de salgueiro".

Sequóia (Redwood)
Uma varinha de sequóia de qualidade está sempre em falta devido a sua reputação de que traz boa fortuna ao seu mestre. Segundo os estudiosos de varinhas, a população em geral vê a realidade invertida: varinhas de sequóia não são sortudas, mas elas são fortemente atraídas para bruxos e bruxas que já possuem a capacidade admirável para que as coisas caiam aos seus pés, para fazer a escolha certa e para arrebatar vantagem da catástrofe. A combinação de um mestre com essa varinha é sempre intrigante e eu geralmente espero ouvir grandes feitos quando mando esta varinha especial para fora da minha oficina.

Sorveira (Rowan)
O tronco da sorveira sempre foi um dos melhores para se fabricar varinhas, porque ele está mais protegido do que os outros e, pela minha experiência, deixa os feitiços defensivos especialmente mais fortes e difíceis de quebrar. É comum dizer que essa varinha nunca foi preferida por bruxos e bruxas das trevas e eu não consigo lembrar de um único caso em que uma das minhas sorveiras passou a fazer o mal no mundo. Varinhas de sorveira são melhores com magos de mente aberta e coração puro, mas essa reputação virtuosa não engana ninguém – essas varinhas procuram sempre o melhor e frequentemente são boas em duelos.

Teixo (Yew)
Varinhas de teixo estão entre os tipos mais raros e seus parceiros ideais são também incomuns, ocasionalmente notórios. A varinha de teixo tem fama de se doar totalmente ao seu mestre, o que deve-se dizer, é claro, sobre todas as varinhas; ainda, as varinhas de teixo têm um lado mais escuro da fama por ser boa com duelos e maldições. Seja como for, é incorreto dizer (e os que não sabem de varinhas costumam dizê-lo) que os donos de varinhas de teixo são mais atraídos para as Artes das Trevas do que as outras. Um bruxo ou bruxa que se adeque a uma varinha de teixo prova ser um protetor melhor que os outros. Varinhas feitas de árvores mais velhas já foram encontradas com heróis, tanto quanto com vilões. Onde há bruxos enterrados com varinhas de teixo, elas geralmente criam brotos para proteger o seu túmulo. O que é certo, na minha experiência, é que a varinha de teixo nunca escolhe um proprietário tímido ou medíocre.

Tilia (Silver lime)
Essa incomum, porém altamente atrativa, madeira de varinhas esteve em alta por volta do século XIX. A demanda superava a oferta e inescrupulosos fabricantes de varinhas chegaram a tingir outras madeiras em um esforço precário para enganar os compradores e fazê-los acreditar que tinham comprado tilia. O motivo para tanto desejo não vem apenas de sua aparência bela e exótica, mas também pela fama de ter melhor desempenho para os videntes e aqueles especializados em legilimência, ambas artes misteriosas, o que consequentemente dava ao possuidor de uma varinha de tilia um status considerável. Quando a procura estava no auge, o fabricante de varinhas Arthur Cephalopos declarou que a associação entre a tilia e a clarevidência era "uma mentira espalhada por mercadores como Gerbald Ollivander (meu avô), que abarrotou sua loja com tilia esperando aumentar suas vendas", mas Cephalopos era um fabricante de varinhas desleixado e ignorante, então ninguém, vidente ou não, ficou surpreso quando ele saiu do negócio.

Videira (Vine)
Os druidas consideravam qualquer coisa com caule lenhoso, uma árvore, e a da videira faz varinhas tão especiais que eu fico feliz em continuar com a tradição ancestral deles. Varinhas de videira são um dos tipos mais incomuns e eu tenho ficado intrigado ao notar que seus donos são os bruxos ou bruxas que geralmente buscam um propósito maior, que tem uma visão além do normal e que frequentemente tentam surpreender aqueles que pensam que os conhecem melhor do que eles mesmos. Varinhas de videira parecem ser fortemente atraídas para pessoas de personalidade misteriosa e eu as acho mais sensíveis que qualquer outra na hora de procurar um possível par. Fontes confiáveis acreditam que essas varinhas podem emitir efeitos mágicos apenas com a mera entrada do mestre adequado na mesma sala que elas, e eu já presenciei esse fenômeno algumas vezes em minha loja.
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MensagemAssunto: Re: Varinhas - Cernes e Madeiras   20/8/2014, 10:52

Varinhas de Outros Lugares do Mundo

Existem dezenas de fabricantes de varinhas, alguns trabalham no mesmo país, tnto que em um passado recente, o próprio Reino Unido teve outros fabricantes como Jimmy Kiddell e Arturo Cephalopos. Mas para termos certo controle não vamos criar os fabricantes de varinhas, apenas focar em regiões e países onde são feitas as varinhas, suas madeiras e cernes. Não estamos estabelecendo nada concreto. Quando dizemos "Mediterrâneo Oriental", a loja da varinha pode estar na França ou na Itália, ou em ambas, não é uma loja específica, podendo ser várias. Isso representa apenas a madeira e cerne que podem ser usadas naqueles países. Os jogadores não devem especificar na ficha onde compraram, apenas considerar as informações da varinha.

Nota Importante: Madeiras podem ser exportadas e importadas, por isso não seria errado usar qualquer madeira da lista canônica já estabelecida. No entanto, estas são as madeiras que o Olivaras trabalha, por isso bruxos ingleses não devem usar nenhuma madeira além das já canônicas.

Nota Importante 2: Os alunos de Beauxbatons e Durmstrang compram varinhas de acordo com o lugar que nasceram. Os de Beaux são moradores de Mediterrâneo Oriental e Europa Central. Enquanto os de Durmstrang envolve Europa Central, Norte da Europa, Países Soviéticos e Leste Europeu.

As Regiões:

Mediterrâneo Oriental (Portugal, Espanha, França, Suíça, Andorra, Mônaco, San Marino, Malta e Itália)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cedro, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipreste, Freixo, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Sobreiro, Medronheiro e Azinheiro.
Cernes: Crina de Abraxan, Espinho de Ouriço e Escama de Serpente Marinha.

Europa Central (Bélgica, Holanda, Alemanha, Áustria, República Tcheca, Polônia, Liechtenstein e Luxemburgo)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Aveleira, Bordo, Castanheira, Cedro, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipreste, Faias, Figueira, Freixe, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Cernes: Unhas de Elfo-da-Bavária, Chifre de Arpéo e Tentáculo de Tolete.

Norte da Europa (Dinamarca, Finlândia, Suécia, Noruega e Islândia)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Amieiro, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cedro, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipreste, Cornus, Espinheiro-Branco, Faia, Freixo, Lariço, Macieira, Nogueira, Olmo, Pereira, Picea, Pinheiro, Salgueiro, Sorveira, Teixo e Videira.
Cernes: Chifre de Arpéu, Veneno de Seringa e Pêlo de Tolete.

Países Soviéticos (Estónia, Letónia, Lituânia, Bielorrússia, Moldávia, Ucrânia, Arménia, Azerbaijão, Geórgia e Rússia)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Amieiro, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipestre, Cornus, Espinheiro-Branco , Faia, Freixo, Lariço, Macieira, Nogueira, Olmo, Pereira, Picea, Pinheiro, Sabugueiro, Sorveira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Junipero, Bétula e Viburno.
Cernes: Osso de Pogrebin, Cauda de Rabicurto e Nervo de Cava-Charco.

Leste Europeu (Grécia, Albânia, Macedônia, Bulgária, Sérvia, Montenegro, Bósnia e Herzegovina, Croácia, Eslovênia, Hungria, Eslováquia, Romênia e Moldóvia)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Amieiro, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipestre, Freixo, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo, Tilia e Videira.
Cernes: Artéria de Quimera, Pena de Grifo e Casco de Hipocampo.

Ásia Central (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turquemenistão, Uzbequistão, Afeganistão e Paquistão)
Madeiras Canônicas: Abeto, Álamo, Amieiro, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cipestre, Cornus, Espinheiro-Branco, Faia, Freixo, Lariço, Macieira, Nogueira, Olmo, Pereira, Picea, Pinheiro, Sabugueiro, Salgueiro, Sorveira, Teixo e Videira.
Cernes: Antena de Lesmalenta, Asa de Fada Mordente e Carapaça de Besouro-da-Melancolia.

Oriente Médio (Iêmen, Omã, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait, Iraque, Jordânia, Líbano, Síria, Turquia, Israel e Irã)
Madeiras Canônicas: Abeto, Álamo, Aveleira, Azevinho, Bordo, Castanheira, Cipestre, Figueira, Freixo, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Salgueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Romãzeira, Parrotia e Oliveira.
Cernes: Pena de Fênix, Casca de Ovo de Occami e Folhas de Mimbulus Mimbletonia.

Ocidente Distante (Japão, China, Mongólia, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Taiwan, Vietnã, Camboja, Tailândia e Laos)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Álamo, Amieiro, Aveleira, Azevinho, Castanheira, Cerejeira, Choupo-Branco, Cipestre, Cornus, Espinheiro-Branco, Faia, Freixo, Lariço, Macieira, Nogueira, Olmo, Pereira, Picea, Pinheiro, Sabugueiro, Salgueiro, Sequoia, Sorveira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Árvore-do-céu e Tuia-da-china.
Cernes: Músculo de Seminviso, Osso do Crânio de Kappa e Sangue de Rês-ma.

Sudeste Asiático (Índia, Nepal, Butão, Bangladesh, Myanmar, Malásia, Indonésia, Timor Leste, Filipinas e Palau)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Álamo, Aveleira, Azevinho, Castanheira, Cipestre, Ébano, Figueira, Freixo, Loureiro, Macieira, Nogueira, Olmo, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Salgueiro, Teixo, Tilia e Videira.
Outras Madeiras: Bambu de Bengala e Jambu.
Cernes: Olho de Acromantula, Corda de Coração de Yeti e Escama da Ramora.

Oceania (Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Papua-Nova Guiné, Ilhas Salomão, Vanuatu, Micronésia, Kiribati, Samoa, Tonga, Tuvalu e o Estado Americano do Hawaii)
Madeiras Canônicas: Abrunheiro, Acácia, Azevinho, Castanheira, Cipestre, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Grevílea-robusta, Eucalipto, Wollemia e Koa.
Cernes: Barbatana de Dukuwaqa, Ferrão de Gira-Gira e Pena de Oraqui-Oralá.

Norte da América (Estados Unidos e Canadá)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Acácia, Álamo, Amieiro, Azevinho, Bordo, Carvalho Vermelho, Castanheira, Choupo-Branco, Cipestre, Cornus, Espinheiro-Branco, Faia, Figueira, Freixo, Lariço, Macieira, Nogueira, Nogueira Negra, Olmo, Pereira, Picea, Pinheiro, Sabugueiro, Salgueiro, Sequoia, Sorveira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Liquidambar, Mesquite e Pando.
Cernes: Nervo de Cava-Charco, Bigode de Furanzão e Pústula de Claberto.

Grande América Central (México, Guatemala, Belize, El Savaldor, Honduras, Costa Rica, Panamá, Cuba, Bahamas, Haiti, Jamaica, República Dominicana, Porto Rico, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname e todas ilhas do Caribe)
Madeiras Canônicas: Abeto, Acácia, Azevinho, Castanheira, Choupo-Branco, Cipestre, Loureiro, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Mancenilheira, Fofoti e Palmeira.
Cernes: Espinho de Reque, Osso de Inferius e Pernas de Bandinho.

Brasil
Madeiras Canônicas: Acácia, Azevinho, Castanheira, Cipestre, Loureiro, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Jacarandá, Jatobá, Peroba, Imbuia e Pau Brasil.
Cernes: Espinho de Reque, Cabelo de Curupira e Corda-Vocal de Bezerro Apaixonado.

América do Sul (Equador, Peru, Bolívia, Chile, Paraguai, Argentina e Uruguai)
Madeiras Canônicas: Acácia, Amieiro, Azevinho, Castanheira, Cipestre, Loureiro, Macieira, Nogueira, Pereira, Pinheiro, Sabugueiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Amarilho, Corticeira e Ipê.
Cernes: Pernas de Bandinho, Pinça de Chizácaro e Espinha de Dilátex.

África Meridional (África do Sul, Angola, Botswana, Comores, Lesoto, Madagascar, Malawi, Maurícia, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe)
Madeiras Canônicas: Azevinho, Castanheira, Cipestre, Macieira, Nogueira, Pinheiro, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Jacarandá e Baobá.
Cernes: Pena de Fiuum, Cauda de Erumpente e Verme-Cego Inteiro.

África Central (Chade, República do Congo, República Centro-Africana e República Democrática do Congo)
Madeiras Canônicas: Azevinho, Castanheira, Cipestre, Ébano, Macieira, Nogueira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Alstonia e Mogno.
Cernes: Cauda de Erumpente, Mafim de Tebo e Pele de Mortalha-Viva.

África Ocidental (Benim, Burkina Faso, Cabo Verde, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Gâmbia, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Libéria, Mali, Mauritânia, Níger, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Serra Leoa e Togo)
Madeiras Canônicas: Azevinho, Castanheira, Cipestre, Ébano, Figueira, Macieira, Nogueira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Iroko, Mogno, Teca, Pau ferro, Ovangkol e Carvalho Africano.
Cernes: Asa de Sasabonsam, Carapaça de Caranguejo-de-Fogo e Língua de Farosutil.

África Setentrional (Argélia, Egito, Líbia, Marrocos, Sudão e Tunísia)
Madeiras Canônicas: Abeto, Abrunheiro, Azevinho, Carvalho Vermelho, Castanheira, Cipestre, Ébano, Nogueira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Árvore-do-viajante.
Cernes: Língua de Esfinge, Antena de Lesmalenta e Casca de Ovo de Cinzal.

África Oriental (Burundi, Djibuti, Eritreia, Etiópia, Quênia, Ruanda, Seychelles, Somália, Tanzânia e Uganda)
Madeiras Canônicas: Acácia, Azevinho, Castanheira, Cipestre, Ébano, Macieira, Nogueira, Teixo e Videira.
Outras Madeiras: Baobá, Flecha Venenosa e Mafumeira.
Cernes: Cauda de Erumpente, Pena de Fiuum e Canino de Nundu.
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