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 DEREVILL, Gwendoline

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AutorMensagem
Gwendoline Derevill

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Feminino Escorpião Rato
Idade : 32
Ocupação : Professora de Esconderijos e Disfarces
Player : Isis
Mensagens : 24

MensagemAssunto: DEREVILL, Gwendoline   14/4/2016, 20:08


  • DADOS BÁSICOS

Player: Isis

Nome completo: Gwendoline Alma Derevill
Apelido: Gwen
Data de Nascimento: 09 de novembro de 1984
Local de Nascimento: Hogsmead, Escócia.

Idiomas: Inglês
Sexualidade: Heterossexual
Relacionamento: Viúva de Gus Derevill

Raça: Sangue-puro
Característica especial: Animago (Caracal).
Patrono: Lobo
Bicho-Papão: Seu ex-marido com a varinha apontada para a própria cabeça
Varinha: Madeira com cerne, x polegadas (y cm), flexibilidade.


  • VIDA

Gwendoline Smethwyck nunca foi uma pessoa muito fácil. Desde bebê, parecia decidida que as coisas acontecessem do seu jeito: apenas parava de chorar quando a colocassem para dormir na cama com os pais, ainda bebê. E poucas horas depois, apenas pararia ao voltar para sua cama. Nunca conseguiram lhe obrigar a comer o alface. Se não queriam lhe dar um brinquedo novo, ela não tinha problemas em casualmente pegar ele da loja ou de um amiguinho. Aos 7 anos, decidiu que já devia ter feito alguma magia, e, assim, ficou constantemente tentando provocar fortes emoções em si mesma para que isso acontecesse. Uma semana depois do decidido, fez toda a estante de livros de seu pai cair ao chão quando ele brigava com ela. Não foi surpresa alguma quando, ao finalmente ser mandada para Hogwarts, caiu na Sonserina.

Mas, apesar de todos considerarem impossível que a menina melhorasse, Hogwarts acabou sendo uma boa escola. Claro, continuava teimosa, decidida e competitiva – mas agora estava cercada de outras pessoas que também eram assim e tinha que se acostumar com as coisas ocasionalmente não ocorrendo como ela queria. Algumas vezes, a disputa era até mesmo mais interessante que o ganhar. Além disso, teve que aprender a ser menos detestável para não acabar sozinha em Hogwarts: seus colegas não eram seus pais e não a amariam sem se importar com o que ela fizesse. Tinha que abrir mão de muitas coisas, e após um primeiro ano conturbado, acabou aprendendo isso.

Destacou-se nas aulas de Transfiguração logo no primeiro dia. Poucos exercícios que eram passados ela não conseguia completar até o fim da aula e antes de quase todos. Logo no segundo ano, entrou para o clube de duelos e para o time de quadribol, como artilheira – apesar de querer ser batedora (simplesmente se negaram a colocar uma menina de 12 anos na posição, o que a revoltou bastante). Era considerável nas duas coisas. Quando chegou enfim ao quinto ano e teve a conversa sobre ‘O que você gostaria de fazer com a sua vida’ para saber ao que deveria se dedicar aos NOMs, decidiu que seguiria na área de transfiguração. Nesse mesmo ano, foi eleita monitora e conseguiu a vaga de batedora no time da Sonserina.

Era tão focada em suas atividades escolares que, mesmo rapidamente se tornando uma menina muito bonita, apenas foi dar o primeiro beijo aos 16 anos, com Calix Mulciber – que a desafiou a beijá-lo, já que ela tinha tanto medo de fazer isso. Achou interessante a sensação e nos próximos dias já tinha beijado bem mais gente.

Foi a época em que ficou mais tranquila em relação às suas responsabilidades. Mesmo participando de basicamente tudo que Hogwarts oferecia e ainda enchendo o saco da professora McGonagall constantemente para que ela lhe ensinasse coisas a mais sobre Transfiguração, Gwen acabou se soltando mais socialmente. Começou a ir às festas, tomou seu primeiro gole de álcool e finalmente tinha coisas para conversar com pessoas que antes lhe davam preguiça só por existirem. Ficou diversas vezes nesse período com um corvinal chamado Hardik Tandel, dois anos mais velho que ela. Foi a primeira vez que sentiu borboletas no estômago, mas Hardik não parecia corresponder aos seus sentimentos e ela, insegura, nunca demonstrou melhor ou perguntou. Durante as férias entre um ano e outro, o foi visitar em sua casa e lá perdeu a virgindade.

A vida não teve realmente mais nada de importante ou emocionante durante os próximos anos. Gwen continuava dividindo todo seu tempo entre responsabilidades e garotos – agora que não significavam nada. Ficou frustrada por não ganhar a monitoria-chefe no sétimo ano, mas assim que começou a estudar a sério para os NIEMs agradeceu isso.

Foi aceita na Academia Auror e então seus treinamentos intensificaram. Sua matéria preferida era, obviamente, Esconderijos e Disfarces. Não era metamorfa, mas não ficaria para trás de nenhum deles, tão boa que era em modificar a própria aparência ou a dos objetos ao seu redor para se camuflar neles. Também parecia usar todas as outras aulas possíveis para se aperfeiçoar ainda mais em transfiguração em específico, especialmente na matéria de poções.  

Conheceu – ou na verdade re-conheceu – seu futuro marido na Academia. Gus Derevill, corvinal, dois anos mais velho que ela. Obviamente haviam se visto em Hogwarts, mas não deviam ter trocado uma só palavra até que Gwen entrasse para a Academia. Mas, quando Gus a viu lá soube de primeira que queria ficar com ela. Disponibilizava-se para ajuda-la a estudar, a treinar, a ensinar a lutar e até para ajudar em coisas que era ruim, como legimência. De primeira, Gwen achou bonitinho. Um mês depois, já estava extremamente irritada com toda a atenção e o mandou tomar no cu.

Foi se envolvendo com vários outros caras, com os quais na maioria apenas passava uma noite ou outra. No seu terceiro ano da Academia decidiu que iria enfim se esforçar para alcançar a única coisa de transfiguração que achava não ter tentado ainda, por medo de não ser capaz: se tornar uma animaga. Não levou mais de 3 meses para conseguir e, para sua decepção, se transformava em uma lince do deserto. Tinha esperança de conseguir escolher uma forma menor e mais furtiva para ser usada em campo. Mas, no fundo, se achava sexy pra caralho por isso.

Formada com honras, logo começou a trabalhar no Ministério. As tarefas para recém-formados eram idiotas, mas ela se esforçava para não reclamar. Conseguiu aprender a respeitar hierarquias durante seu treinamento e não era agora que voltaria atrás. Gus acabou sendo seu supervisor e, como não podia brigar com ele naquele momento, acabou dando mais espaços para as investidas que o rapaz voltara a dar. Um dia acabaram indo beber em um pub, após um dia longo e difícil, e dormiram juntos pela primeira vez – e não parou mais.

Era divertido e excitante, totalmente diferente do que Gwen pensava que seria enquanto ainda estavam na Academia: não queriam revelar para os superiores que estavam envolvidos, e Gwen acabaria sendo designada para outra área se soubessem do caso. Acabavam brigando bastante, já que Gwen aceitava flertes de vários homens e as vezes até saía com eles, dizendo que ‘estava mantendo as fachadas’. Gus, enciumado, inventava de fazer a mesma coisa e Gwen não aceitava de jeito nenhum, aparecendo no meio desses encontros constantemente para atrapalhar tudo. Dois anos depois, sem nunca terem tido um namoro oficial, se casaram e apenas então revelaram o relacionamento ao Ministério. Apesar da surpresa de seus superiores, e de perderem privilégios durante alguns meses por causa de todas as mentiras, não tiveram grandes problemas.

Tinham uma pequena casa em Godric’s Hollow e viviam bem. Acabaram sendo designados para áreas diferentes do batalhão após algum tempo, até por suas especialidades divergirem, e quando estavam em missões acabavam não se vendo muito. Mesmo assim, todo o amor e paixão que sentiam um pelo outro não parecia diminuir – pelo contrário, aumentava de acordo com o tempo que ficavam sem se ver. Gwen ia constantemente para missões investigativas no campo, sob disfarces, e Gus estava em uma seção de controle à licantropia.

Mesmo Gwen não parecendo muito empolgada de início, ela e Gus começaram a tentar ter um filho depois de três anos de casados. Foi mais difícil que o esperado, mesmo eles tendo todo o apoio possível. Demorava a engravidar, e Gwen chegou a abortar duas vezes enquanto ainda estava no primeiro trimestre. Quando enfim decidiu que não queria mais se fazer passar por isso e tinha dado a palavra final, descobriu um mês depois estar grávida. No entanto, não contou para ninguém – nem ao menos para Gus. Apenas foi revelar quando entrou no segundo trimestre, e mesmo assim um pouco contra sua vontade. Mas não tinha mais como esconder.

Não demorou para que fosse retirada dos casos grandes que estava antes já que ninguém no departamento queria a colocar em risco desnecessário. Fizeram ela prometer também que não se transfiguraria mais, nem ao menos o cabelo, e a forma animaga foi especificamente proibida. Passava seus dias escrevendo relatórios e trabalhando de uma mesa, no Ministério. Odiava e se sentia cada vez mais deprimida.

Jaime Parry Derevill nasceu no dia 10 de agosto de 2012. O estresse do parto se somou à insatisfação que sentia antes mesmo do filho nascer e teve uma severa depressão pós-parto. Gus tinha que levar o filho para os braços da mãe constantemente para que ela lhe alimentasse, à contra gosto. Não fazia nada o dia inteiro além de olhar pela janela. Perdeu todo o peso que ganhou rapidamente, pois não comia também – o que fez com que seu leite acabasse em menos de três meses.  Tentaram diversos psicomagos, mas Gwen não parecia muito disposta a melhorar também – até que deram a ideia dela voltar a trabalhar.

Não tinha condições psicológicas de voltar para o campo, mas no primeiro semestre de 2013 lhe ofereceram uma vaga para dar aulas na Academia. Nunca tinha cogitado a ideia, mas só de ser fora do escritório e de ter maior liberdade, se interessou. Passou os próximos meses pesquisando sobre métodos de ensino, conversando com antigos professores, somando tudo ao conhecimento que já tinha. Pela primeira vez em meses fazia algo, e, mesmo estando mais ocupada que nunca, finalmente começou a sentir amor pelo próprio filho.

Em setembro de 2013, assumiu o cargo de professora de Esconderijos e Disfarces na Academia Auror. Desde o início, mesmo tímida e insegura internamente, conseguia se portar com segurança e cobrava bastante dos alunos. Não demorou a descobrir que gostava de dar aulas. Conforme ficava mais claro que Gwen não sofria mais com a depressão, voltaram a lhe chamar algumas vezes para missões – as quais ela recusava a maioria. Decidiu deixar que Gus voltasse ao campo – ele estava fazendo trabalho de escritório desde o nascimento do filho, já que era quem mais cuidava dele – e assumiu um pouco mais seu papel como mãe.

Tudo correu perfeitamente bem até o início do verão de 2015. Já fazia alguns dias que Gus estava fora, investigando um grupo de lobisomens mal intencionados, que se recusavam a tomar poção e saíam mordendo enquanto estavam transformados. Quando voltou para casa, lhe contou que havia sido mordido. O clima ficou extremamente tenso, mas conscientemente ambos sabiam que na maior parte do tempo, tudo ficaria bem. O problema começou mesmo após a primeira transformação: Gus não estava simplesmente abatido pelas noites difíceis, estava acabado. Não parava de chorar, dizia claramente não querer mais passar por aquilo, que nem a poção fazia com que fosse melhor. Além disso, tinha medo por sua família. Gwen dizia que iriam se acostumar e contornar tudo aquilo, e achava que tinha convencido o marido, especialmente depois de lembra-lo que talvez conseguisse ficar junto com ele, em sua forma animal. No entanto, no mesmo dia em que começaria seu segundo ciclo lunar como um lobisomem, já fechado no porão no qual ficaria a noite, Gus apontou a varinha para si mesmo e, um lampejo verde depois, estava morto.

Gwen o encontrou no outro dia quando levava seu café da manhã. Deixou toda a louça cair e depois se aproximou para analisar. Sentia o nó do choro na garganta, mas o engoliu e sentou ali em transe. Levou horas para que ouvisse Jaime gritando por atenção e levantou para atende-lo. Saíram de casa logo depois, Gwen o deixou com seus pais e foi até o ministério, dizer que havia encontrado seu marido morto e pedir para que retirassem o corpo, por favor.

Levou alguns dias para que a ficha caísse. Mesmo no funeral, a auror parecia apenas apática, segurando em seus braços o filho de 2 anos que não entendia bem o que estava acontecendo mas que chorava pedindo o pai. Só foi finalmente se deixar desabar um mês depois, já em agosto, quando demoliu a casa na qual moravam e vendeu o terreno, comprando outra residência para ela e o filho do outro lado da vila. Chorava, mordendo o travesseiro para abafar os gritos, todas as noites, e de manhã estava novamente em pé, cheia de olheiras, levando a criança para brincar no parque.

Tentaram lhe convencer a tirar uma licença da Academia Auror, mas Gwen se recusou e no dia 2 de setembro de 2015, já estava dando aulas. Não achou realmente difícil – embora odiasse saber que estavam falando dela em cochichos quando ela saía da sala – era mais fácil do que ficar em casa sendo uma mãe funcional o dia inteiro, na verdade. Continuava dando aulas elaboradas, ajudando quem achava que merecia, exigindo sempre um pouco mais. No entanto, teve um incidente: durante um treino no labirinto, liberaram bichos-papão como obstáculos para os alunos. Gwen fazia a ronda dentro, assim como outros professores, para garantir que tudo ocorria conforme o previsto, e acabou encontrando um. Foi então que descobriu que sua forma tinha mudado para a imagem de seu marido com a varinha apontada para a própria cabeça e caindo depois. Como era esperado, não conseguiu reagir àquilo, se desesperando e lançando tudo quanto é feitiço na direção de Gustav, gritando em horror. Não demorou muito para que [algum professor/aluno] chegasse e tomasse o controle da situação, mandando o monstro para longe e depois carregando uma Gwen em prantos para fora da Academia.

Não voltou mais ao Labirinto desde então e fica fora de todo treinamento que tenham bicho-papão. Ainda não encontrou uma maneira de deixar a cena engraçada, e, sinceramente, não consegue nem começar a pensar em como faria isso.


  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS


Pai: Parry Ron Smethwyck (1957)
Mãe: Alma Liz Smethwyck (1957)

Sogro: Tim Alfred Derevill (1956)
Sogra: Layla Bry Darevill (1959)

Ex-marido: Gus Tim Derevill (1982)

Filho: Jaime Parry Smethwyck (10 de agosto de 2012)



  • APARÊNCIA


O rosto de Gwen causa de primeira uma certa estranheza. Tem olhos verde, um nariz arrebitado e gordinho na ponta e uma boca carnuda. O cabelo é curto, com uma franjona, e loiro. Possui apenas 1,60m, e todo seu corpo é tonificado. Seu corpo naturalmente curvilíneo está sempre levemente escondido por baixo de roupas sociais – especialmente terninhos e afins femininos – que são costuradas especialmente para ela.


  • PERSONALIDADE

A personalidade e as peculiaridades do personagem. Como ele é visto perante os outros e como ele de fato é.



I'll find my way, through night and day
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