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 SLUGHORN, Lowell

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AutorMensagem
Lowell Slughorn

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Masculino Virgem Cobra
Idade : 27
Ocupação : Administrador do Unicorn Lodge
Player : Heibel
Mensagens : 378

MensagemAssunto: SLUGHORN, Lowell   8/3/2016, 02:50

  • DADOS BÁSICOS

Player: Heibel

Nome completo: Lowell Diggory Slughorn
Apelido: Low
Data de Nascimento: 24 de agosto de 1990
Local de Nascimento: Ottery St. Catchpole - Inglaterra

Idiomas: Inglês
Sexualidade: ?
Relacionamento: Solteiro

Raça: Sangue Puro
Patrono: Ganso selvagem
Bicho-Papão: Vê o filho de mãos dadas com um homem barbudo, se afastando dele
Varinha: Madeira com cerne, x polegadas (y cm), flexibilidade.

  • VIDA

Lowell nasceu em Ottery St. Catchpole, mas mudou para Godric's Hollow logo no primeiro ano de vida, por causa do trabalho do pai. Filho de uma jornalista do Profeta Diário e do administrador do Unicorn Lodge, um clube masculino bruxo inaugurado há mais de dois séculos.

A mãe era muito ocupada, vivia trabalhando, viajando, entrevistando pessoas famosas, mas ela própria não era muito conhecida, tinha só um punhado de fãs do jornal. Então, durante a infância, Low ficava praticamente o tempo todo no clube onde o pai trabalhava.

Aquele dia tinha tudo para ser como qualquer outro: Jeannie saiu para trabalhar depois do café da manhã; Channing e Lowell foram a pé até o clube. O menino ia dando 'oi' para todas as pessoas na rua, conhecia todos os vizinhos, até os trouxas. Todos os funcionários do Unicorn gostavam do garotinho esperto que falava com uma propriedade de adulto sobre qualquer assunto que já tivesse aprendido, lido ou conversado com alguém. E quando não sabia, inventava.

Depois da aula de gramática com o professor particular (que era membro do clube também), Low estava livre para brincar. Não era permitido ficar dentro das dependências do clube, mas sempre dava um jeito de escapulir para as salas e interagir com os sócios. Levou inúmeros puxões de orelha por isso durante a vida, mas gostava de conversar com aqueles homens todos que pareciam sempre tão inteligentes. Alguns já tinham se acostumado com a presença do menino e até gostavam de brincar ou compartilhar informações com ele, mas outros odiavam o fato de ter uma criança por perto. Aos poucos Low foi fazendo uma lista mental de quais dos sócios do clube poderiam vê-lo e quais o fariam ser castigado. Fazia disso sua brincadeira favorita: era como um mini-espião que precisava entrar em determinada sala sem ser visto pelos vilões. Às vezes dava certo, às vezes não.

Naquela tarde um dos membros com quem ele nunca tinha falado despertou sua atenção. O homem estava sozinho na sala dos mapas, fumando um charuto e lendo um livro de capa verde e letras douradas. Lowell ainda não sabia se era seguro falar com ele, então vestiu seu uniforme imaginário de espião e entrou. Foi se aproximando do homem devagar, se escondendo atrás das poltronas e se arrastando no chão até alcançá-lo. Quando o fez, entretanto, percebeu que a sua presença nem parecia ter sido notada. 'Oi', ele começou, e o homem só o olhou pelo canto dos olhos. 'O que está lendo?'. O senhor barbudo abaixou o livro e o encarou, depois olhou em volta. 'Está sozinho, filho?'. Low concordou com a cabeça e eles começaram a conversar. Jack, como se apresentou, era um astrônomo e logo Lowell o tinha enchido com perguntas sobre as estrelas. No alto dos seus sete anos e da sua curiosidade absurdamente gigante, não pensou duas vezes antes de aceitar o convite do homem de ir até o quarto dele para olhar o céu através de um telescópio.

A animação de Low era vibrante, mas ao chegar no quarto as coisas mudaram. O homem lhe mostrou o telescópio e, enquanto o menino observava o céu a procura de qualquer coisa, sentiu que Jack passava as mãos por seu corpo. Achou meio esquisito, mas não viu maldade no gesto por ser muito inocente. O homem começou a fazer perguntas estranhas e pedia que ele tirasse as roupas, dizia que facilitava para ver as estrelas, até o ajudou a tirar a blusa, depois a calça, mas aquilo não estava ajudando nada a ver as coisas melhor pelo telescópio, então Low ficou desconfiado e o questionou. Jack o segurou com força e o deitou na cama, prendendo seus braços ao lado do corpo. Quando Lowell tentou gritar, pois se sentir preso ali foi aterrorizante, Jack colocou a imensa mão sobre o rosto dele e falou que se ele gritasse, alguém ia vê-los e contaria aquilo pros pais do menino, que iam ficar tristes com o filho, chorariam e talvez até o expulsariam de casa. Low então ficou quietinho e tenso enquanto o homem o tocava, se tocava e fazia o que queria. Depois, Jack limpou o menino, que tinha se sujado no processo, vestiu-o e falou que ele fosse brincar. Lowell saiu do quarto correndo e foi até o jardim, ficando só sentado lá pelo resto da tarde.

Não falou uma palavras durante os próximos dias, o que chamou a atenção dos pais, obviamente. Mas mesmo quando perguntavam se tinha acontecido alguma coisa, Low ficava quieto encarando o chão. Jeannie e Channing levaram o menino no St. Mungus, mas todos os exames que fizeram revelaram que ele estava normal. Não estava doente, não tinha sido vítima de nenhum feitiço, maldição ou azaração. Sua capacidade de fala estava inabalada, o que só podia significar que o problema era psicológico, mesmo, sendo essa opção mais assustadora do que a primeira.

O casal ainda esperou cerca de uma semana, mas Lowell estava mesmo "apagado". Enquanto o pai trabalhava, Lowell ficava sentado no chão perto dele, brincando com seus animais de madeira. Quando Channing precisava ir a outro lugar, Low corria atrás, ficando sempre por perto e quase chorava de desespero sempre que o pai ou a mãe não podiam estar junto dele. Não estava mais curioso com nada, não falava ou se aproximava de nenhum desconhecido, principalmente se fosse homem, e obedecia tudo que os pais mandavam... menos falar.

Então marcaram uma consulta com um psicomago, mas Lowell fez um escândalo chorando desesperado por não querer ficar lá e não querer falar. Resolveram dar mais algumas semanas para o menino tentar se habituar a ideia de conversar com o medibruxo, mas sozinho mesmo ele foi voltando a falar. No começo falava muito baixo e quando pediam que ele repetisse, ele se calava de novo. Depois ele passou a repetir. Mais um mês e ele já estava falando normalmente outra vez, até voltou a pentelhar as pessoas com perguntas. Por mais que os pais soubessem que havia um problema grande ali, concluíram que tinha sido uma fase e que tinha passado, resolvendo que se voltasse a se repetir, então o levariam em um psicomago outra vez.

Lowell realmente voltou a agir normalmente, o único resquício que ficou mais forte e evidente era a desconfiança com homens mais velhos.

Aos onze anos foi estudar em Hogwarts e foi escolhido para a Corvinal. Seus primeiros anos na escola foram tranquilos, apesar de não gostar de nenhum dos professores homens. Fez amigos nas quatro casas, vivia rodeado de pessoas - o que mais tarde também foi provado ser uma das sequelas do abuso que sofreu: o medo de ficar sozinho. Era um excelente aluno, curioso e estudioso.

No quarto ano se aproximou de uma menina da Grifinória, Florence Scamander, um ano mais jovem. Flo estava cumprindo uma detenção na enfermaria quando o menino apareceu reclamando de mal estar. A enfermeira o examinou e foi buscar as poções. Flo então, entediada como estava, resolveu ir limpar as coisas mais próxima dele e começaram a conversar. Não demorou muito para a enfermeira aparecer e o liberar, mas ele continuou ali fazendo companhia - e no fim acabou levando uma detenção também, já que a enfermeira voltou horas depois e ao invés de ter ido pro Salão Comunal ele estava ali com Florence ainda. Perceberam rapidamente que se conectavam e logo não desgrudavam.

Ele nunca tinha se apaixonado ou sentido qualquer coisa romântica por alguém, mas o carinho que foi desenvolvendo por Flo era o mais próximo disso que tinha. No ano que se seguiu, ela se tornou sua melhor amiga e, seguidamente, namorada. Seu primeiro beijo foi com ela e suas primeiras experiências sexuais conscientes também. Entretanto, a primeira vez que ficaram mais íntimos, aos quinze anos, foi também o dia em que as memórias do seu abuso na infância vieram a tona, Low havia reprimido aquelas lembranças até aquele momento. Antes, recordava vagamente de ter uma fase na infância na qual se recusava a falar, mas lembrava mais porque os pais comentavam vez ou outra do que por gatilho próprio. E agora aquilo tudo tinha voltado como um soco no peito, com uma riqueza de detalhes enorme que fez tudo encaixar e fazer sentido. Até o cheiro e o calor do hálito do homem Lowell conseguia sentir se pensasse muito sobre o assunto. Odiar as aulas de Astronomia agora tinha um fundamento. Aquilo o assustou pra valer, a ponto dele se afastar de todo mundo. Por alguns meses ficou perdido e confuso. Seu rendimento escolar caiu, sua relação com Flo ficou abalada e terminou depois do recesso de final de ano.

Começou a pesquisar sobre o assunto, mas nunca conseguia ficar muito tempo naquilo sem sentir ânsia de vômito. Algumas vezes chegou a vomitar de fato depois de algumas horas lendo algum livro de psicologia e pensando no ocorrido. Às vezes achava que devia ter sido um sonho, um pesadelo, mas no fundo ele sabia que era só uma desculpa que dava a si mesmo. Sabia pelo que estudava que talvez precisasse de ajuda profissional, mas só de pensar em contar aquilo a alguém, tinha três tipos diferentes de ataque de ansiedade, vergonha e medo, então não foi difícil decidir que nunca falaria sobre aquilo com ninguém.

No intervalo entre o quarto e o quinto anos acabou voltando com Flo. Ainda gostava dela, queria estar por perto, mas tinha medo do que podia acontecer se eles ficassem íntimos de novo. Não conversou sobre o motivo que o fez se afastar dela, mas estava tentando seguir em frente. Assim, após algumas tentativas frustradas - as quais ele sempre tentava disfarçar de algum jeito para não demonstrar sua insegurança sexual -, conseguiu transar com a namorada de novo e não se sentir mal com aquilo. A sensação nova não impedia que a outra aparecesse, mas ele foi aprendendo a lidar com aquilo aos poucos, aprendendo a controlar seu turbilhão de memórias, e até ficou um pouco obcecado com isso por um tempo, não com o sexo em si, mas com o fato de conseguir superar aquilo, portanto queria transar o tempo todo, inventava qualquer desculpa para ir para qualquer lugar propício com Flo e até faltava algumas aulas só para isso, às vezes.

Então Florence engravidou.

Lowell ficou desesperado no começo, tinha só dezesseis anos, nem formado em Hogwarts estava ainda. Mesmo assim falou para Flo que ficaria ao lado dela de qualquer jeito e depois de ter uma conversa com o pai num sábado de vista a Hogsmeade, acabou aceitando melhor a ideia e até começou a gostar da possibilidade de ser pai, e isso era visível o suficiente para passar certa confiança para a menina.

Lunn Happy Slughorn nasceu no dia 26 de junho de 2007, nas férias entre o quinto e o sexto anos, e passou a morar com os avós maternos depois que os pais voltaram para terminar a escola em agosto. Florence podia visitá-lo diariamente nos primeiros meses, para amamentá-lo, e Lowell acabava indo junto com ela quase todos os dias. Depois, pelos próximos dois anos, as visitas do filho se tornaram menos frequentes, a cada quinze dias apenas, levados pelos avós a Hogsmeade. Low aproveitava os feriados e férias para matar a saudade de verdade.

Assim que se formou, um ano antes de Florence, Lowell conseguiu um emprego muito bom com a ajuda de Channing no Unicorn Lodge - por mais que não gostasse de estar lá, já que lhe trazia memórias ruins - e aceitou unicamente por causa do salário. Sua família não era pobre, mas também não era rica o suficiente para que ele pudesse se dar ao luxo de não trabalhar para sustentar o filho. Levou Lunn para morar com ele na casa dos pais nesse período, enquanto Flo terminava os estudos. Foi nessa época que se apegou muito ao bebê. Sempre foi um pai ultra protetor, muito provavelmente por não querer que o filho sofresse alguma coisa nem sequer parecida com o que ele próprio tinha passado na infância.

Levava o menino para visitar Flo em Hogsmeade todo final de semana de visitas, mas tinha um certo receio de deixá-lo sozinho com ela, assim como com qualquer outra pessoa, até mesmo os próprios pais. Foi se tornando meio sufocante e ficava rondando a pessoa que estivesse com Lunn no colo, por exemplo. Pedia cuidado, absolutamente inseguro e sem confiança alguma até na própria namorada, mãe do menino.

No natal daquele ano, Flo terminou com ele depois de uma discussão que começou justamente por aquele motivo. Foi meio traumático, uma vez que Low já estava adaptado a ideia de que ficaria com ela para sempre. No entanto, ele continuava levando o filho para visitar a mãe em Hogsmeade a cada duas semanas, se recusando a fazer as coisas diferente só porque não estavam mais juntos, apenas não a tratava mais como namorada.

Low conseguiu comprar uma casinha pequena em Godric's Hollow para ele e o filho um pouco antes de Florence se formar. E quando isso aconteceu, convidou-a para morar com eles. Passaram a criar o filho juntos, então, como amigos, mas a amizade logo voltou a ser um romance com a convivência diária.

Tinham uma relação boa, mas a paixão mais forte que tinham antes desapareceu, agora o relacionamento era mais tranquilo. Estavam mais responsáveis desde a gravidez, é claro, porém agora as coisas poderiam até ser um pouco monótonas às vezes. Lowell não parava para pensar muito sobre o assunto, não chegava a o incomodar de verdade. Acreditava realmente que a amava e também não queria separar a família, tendo certo medo de que fosse impedido de ver Lunn quando quisesse e/ou de protegê-lo de qualquer coisa, e não era exatamente ruim estar ali, então ia levando, mas discutiam quase sempre sobre a proteção exagerada de Low com Lunn. Devagar ele foi passando a confiar em Flo o suficiente para não se preocupar em deixá-lo só com ela ou coisa assim, mas ainda era totalmente contrário a deixar o menino sozinho por aí, mesmo pela vila pacata e, teoricamente, segura.

Low também pediu muito que Flo não trabalhasse, desde o começo, que ficasse em casa e cuidasse do filho. Ele proveria o que fosse necessário para ela e Lunn, mas ela deveria ficar com o filho por perto sempre, e ela aceitou.

Quando Lunn começou a ter aulas particulares, Lowell fazia questão que elas fossem a noite, depois do seu expediente de trabalho, só para que pudesse acompanhar as tutoras - todas mulheres - e ficar de olho em tudo. Ele próprio passou a ensinar a maior parte do básico escolar ao menino porque era difícil arranjar professores qualificados dentro de todas as exigências que ele fazia.

Nunca levou o filho ao clube. Nunca mais viu o homem que abusou dele, também, mesmo depois de muitos anos trabalhando no Unicorn. Na verdade, nem sabe quem ele é, até hoje. Mas também nunca foi atrás de descobrir.

Quando Channing se aposentou, em 2014, Lowell foi promovido e agora administrava todo o clube.

Em 2015 Florence começou a se sentir mal dentro do relacionamento deles e após muita conversa e argumentação, resolveram se separar mais uma vez. Lunn já tinha quase nove anos, mas mesmo assim foi um parto ter que ir morar em outra casa e se afastar dele. Lowell o via todos os dias, continuava dando aulas para o filho, mas cortava seu coração ter que deixá-lo e não poder manter suas garras super-protetoras em cima do menino por mais tempo.

Nunca teve muito tempo ou interesse de conhecer outras pessoas e viver outros romances, então quando foi morar sozinho, ficou bem perdido por várias semanas, até se habituar a sua nova realidade. Ainda assim é muito difícil vê-lo flertando por aí, por mais que tenha acontecido uma vez ou outra. Teve alguns casos de uma noite só durante esse período, mas no fundo acha que ainda vai voltar com Florence alguma hora e acaba não se envolvendo de verdade com ninguém por preguiça - e é claro, por não ter conhecido alguém com quem ele tenha se conectado tanto quanto com Flo. Não sabe se é isso que quer, já não tem mais certeza sobre amá-la e querer ou poder passar o resto da sua vida com ela, mas é algo mais inconsciente, mesmo.

  • FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS

Pai: Channing Slughorn [1957]
Mãe: Jeannie (Diggory) Slughorn [1964]

Ex-namorada: Florence Scamander [1992]
Filho: Lunn Happy Slughorn [2007]

Channing nasceu e cresceu em Godric's Hollow e foi da Corvinal em sua época escolar. Membro de uma família sangue puro, primo de Horace Slughorn, tornou-se sócio do Clube de Cavalheiros Bruxos Unicorn Lodge aos dezessete anos, assim como seu pai e todos os homens da sua família. Seu bisavô foi o primeiro Slughorn a administrar o Clube, deixando seu legado ao filho, que também o passou ao filho e assim por diante.

Jeannie nasceu e cresceu em Ottery St. Catchpole, em uma família mestiça, e foi da Lufa-Lufa em sua época escolar. Sempre foi apaixonada pelos livros, por história e literatura. Quando se formou, conseguiu um trabalho no Profeta Diário graças aos contatos e amigos que fez em Hogwarts. Batalhou bastante para chegar onde chegou, é uma mulher forte e determinada.

Foi assim que eles se conheceram em 1986: através dos trabalhos dos dois. Jeannie cobria a história do misterioso desaparecimento de um bruxo que fazia parte do misterioso clube de cavalheiros. Quando tentou descobrir algo sobre o homem investigando no UL, foi proibida de entrar e falar com os sócios por ser mulher. Fez um pequeno escândalo, que foi contido por Channing antes que se tornasse algo preocupante para a imagem do estabelecimento.

Foi como um amor a primeira vista, mas cheio de barreiras que os impediam de demonstrar seu interesse mútuo. Após a matéria ser lançada e alguns meses de contatos esporádicos para a investigação da moça, Channing a convidou para jantar. Depois disso, nunca mais se separaram. Casaram cerca de três anos depois e logo veio o único filho do casal: Lowell.

Hoje Channing já está aposentado, mas a esposa continua na ativa, tendo sua própria coluna semanal no Profeta. Eles vivem em Ottery St. Catchpole, para onde voltaram depois que Lowell se estabeleceu com o filho, Lunn, em outra casa em GH.

Ambos são muito apaixonados pelo netinho e ajudaram bastante os pais de Florence no começo, quando ela e Low ainda estavam em Hogwarts.

  • APARÊNCIA

Caucasiano, cabelos loiros escuros, olhos azuis, 1.93m de altura e cerca de 90kg. Tem um porte físico bom, malhando pelo menos três vezes por semana, correndo e nadando quando tem algum tempinho livre, também.

Fez algumas tatuagens nos últimos anos, desde que saiu da escola. "Joie de Vivre" do peito, "Learn as if you were to live forever. Live as if you were to die tomorrow" na lateral do corpo, alguns desenhos espalhados pelo braço esquerdo e uns soltos pelas pernas.

  • PERSONALIDADE

Lowell é falante, curioso, sorridente e querido na maior parte do tempo. Entende de tudo um pouco e gosta de mostrar seus conhecimentos aos outros, sendo um pouco arrogante nesse sentido; todavia, não se sente confortável falando de assuntos muito pessoais com gente com quem não é intimo. E não é fácil conseguir se aproximar e ganhar a amizade e confiança dele.

Em relação ao filho é mega protetor e até meio maluco sufocante. Melhorou bastante com o passar dos anos, mas ainda continua tendo uns ataques de vez em quando.



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and after all you're my wonderwall
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Lowell Slughorn

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MensagemAssunto: Re: SLUGHORN, Lowell   8/3/2016, 20:12

2016

08 de março - Godric's Hollow - Mercadinho Anne Fowler e The White Hart Restaurante (com Florence)
27 de março - Beco Diagonal - Rua (com Claudine)
07 de abril - Godric's Hollow - Rua Small Badger (com Florence)
12 de abril - Ottery St. Catchpole - Tip of the Tongue e The Sting Book Cafe (com Claudine)
09 de maio - Beco Diagonal - O Caldeirão Furado (com Claudine)
19 de maio - Ottery St. Catchpole - Pie & Vinyl (com Claudine)
21 de junho - Godric's Hollow - Prefeitura (com Lexie)
14 de agosto - Godric's Hollow - Bosque Kilquite e The Piebbott Shop (com Lexie)
21 de outubro - Godric's Hollow - Rotunda Central (com Lexie)
26 de dezembro - Godric's Hollow - Unicorn Lodge e Casa de Lowell (com Lexie)

2017

16 de abril - Godric's Hollow - Grace Joy Home (com Lexie)
22 de junho - Godric's Hollow - Unicorn Lodge (incêndio)
23 de junho - Godric's Hollow - Casa de Lowell (com Lexie)
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